quinta-feira, 6 de julho de 2017

PARTIDO NOVO anuncia novo Presidente Nacional




O NOVO anunciou nesta quarta-feira (05/07) alteração no comando do Diretório Nacional. Assume a presidência Ricardo Taboaço, no lugar de João Dionísio Amoêdo, que renunciou ao cargo na última sexta-feira (30/06).
“Temos um trabalho árduo pela frente, precisamos aumentar o número de filiados e apoiadores. Precisamos de sangue novo, da contribuição das pessoas, precisamos criar correntes e redes de comunicação para a divulgação do NOVO pelo país”, afirmou Taboaço.
Taboaço destaca como prioritários o processo seletivo para os cargos a deputado federal e senador em 16 estados mais o Distrito Federal, a candidatura presidencial e a estruturação das candidaturas e plataformas para governadores em até sete entes federativos.
“Vamos reabrir o processo seletivo em outubro e faço um convite especial às mulheres, não apenas pela representação legal de 30% que o partido precisa ter, mas porque é fundamental também a participação das mulheres para a mudança do país.”, afirmou.
Amoêdo renunciou ao cargo para cumprir com a normativa partidária que determina que dirigentes não podem disputar um cargo eleitoral. “O NOVO separa a gestão pública da gestão partidária. Então, para que eu tivesse essa opção eu precisaria estar fora da gestão do partido. Apresentei o pedido de renúncia para pensar sobre essa possibilidade”, disse.
Amoêdo continuará a trabalhar como voluntário e reforçará um trabalho que já vem sendo feito de atração de pessoas para serem candidatos no ano que vem. "Existe um espaço enorme para ser ocupado na política. 2018 vai ser um momento único e a gente precisa estar lá.”

Sobre o novo presidente
Ricardo Taboaço, 60, é fundador e idealizador do NOVO. Participou das primeiras reuniões de um grupo de pessoas interessado em formar um partido que encampasse o sonho de uma sociedade mais livre, na qual o indivíduo é o gerador de oportunidades e que o Estado tenha uma menor carga tributária e foque na qualidade dos serviços essenciais.

O Triste Fim da Venezuela








O \'socialismo do século 21\' transformou o país num dos piores lugares do mundo. O modelo que petistas e esquerdistas adoram está a um passo de ser uma ditadura de fato
A Venezuela está muito perto de transpor o limiar que ainda separa o frágil caráter democrático do seu regime de uma pura e simples ditadura. O "socialismo do século 21" revelou-se um fracasso rotundo, e hoje só recebe aplausos das viúvas do muro de Berlim, muitas das quais abrigadas na esquerda brasileira.
Não há um dia em que as principais cidades da Venezuela não sejam sacudidas por protestos cuja marca mais evidente é a truculência e a intolerância dos partidários do chavismo. Nos últimos três meses, 91 pessoas foram mortas em conflitos e mais de 1,4 mil foram feridas. A situação é de guerra.
O regime de Nicolás Maduro, que sempre instigou a violência de seus sequazes, passou a executá-la com requintes de crueldade, como quando, na semana passada, um estudante foi executado pela polícia chavista em frente a câmeras de TV.
Ontem, em mais um passo nessa insana escalada, militantes e milicianos armados simpáticos ao governoinvadiram o Congresso, uma das poucas instituições ora não subjugadas ao chavismo, e espancaram parlamentares. A Venezuela, hoje, só é uma democracia na forma. No conteúdo, é um regime de exceção, e da pior espécie.
O golpe de misericórdia pode vir no fim do mês, quando está prevista a eleição de uma Assembleia Constituinte. Tudo nas suas regras é manipulado e antidemocrático. Um exemplo: no conclave, "representantes" de estudantes terão 24 assentos, enquanto empresários terão apenas cinco. Na realidade, funcionará como uma espécie de ditadura do proletariado.
O chavismo levou a Venezuela à situação de pária do mundo. Faltam todos os tipos de bens e serviços para a população, em especial alimentos e artigos de primeira necessidade, de papel higiênico a medicamentos. A predação populista destruiu as empresas públicas e jogou 82% da população na pobreza - muitos dos quais hoje buscam em desespero alguma oportunidade no Brasil.
O país também tem hoje a maior inflação mundial e Caracas tornou-se o local mais violento do planeta. Em três anos, o PIB nacional caiu 27%. Foi esse o resultado que quase duas décadas do socialismo promovido pelo chavismo, tão louvado por petistas brasileiros, produziu.
A Venezuela não merece mais ser tratada como democracia. Os órgãos multilaterais deveriam lhe fechar as portas em definitivo, a começar pelo Mercosul, de onde o país está suspenso desde dezembro de 2016. Hoje não bastam mais apenas palavras diplomáticas.
A maior preocupação das chancelarias - com a brasileira à frente, pela posição de liderança que o país deve protagonizar na região - deve ser proteger a população local e evitar que ela pague ainda mais caro pelas insanidades do chavismo. O alvo deve ser o regime ditatorial, não o povo da Venezuela.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do [itv.org.br]Instituto Teotônio Vilela
 

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sábado, 1 de julho de 2017

Circuito de Poker Maracanauense encerra semestre com Super FT

O Circuito de Poker Maracanauense, realizado pela Four4 Poker, encerrou o primeiro semestre de 2017 com a realização da SUPER FT e apresentando o ranking do período 2017.1.
A Mesa final foi vencida por Marcos Peixoto, tendo como vice-campeão Junior Sampaio e terceiro colocado André Almeida, As demais colocações foram: Eulálio, Jeferson Castro, Wendel Viana, Demir Peixoto, Weslayne Stuart, Bruno Peixoto e Fernando Viana. O colunista aqui ficou em 15º no Ranking geral.
O evento contou com mais de 80 jogadores e o circuito 2017.2 será iniciado ja na próxima semana com atividades e a realização do CMP 20K, de 5 a 9 de julho, com os torneios Main Event, Six Max e Last Chance. 


sexta-feira, 30 de junho de 2017

Ministério da Saúde afirma que ampliou o acesso a medicamentos

O Ministério da Saúde deve fechar, até agosto, as 367 unidades próprias do programa Farmácia Popular. O encerramento já havia sido anunciado em março deste ano. Segundo o governo, os estados e municípios poderão assumir os custos dessas unidades próprias. O programa “Farmácia Popular – Aqui tem Farmácia Popular”, realizado em parceria com farmácias privadas, continua funcionando normalmente.
Segundo o governo, a mudança vai ampliar a oferta de medicamentos para o tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e asma. Isso porque, segundo o Ministério da Saúde, manter as farmácias gastava até 80% dos recursos totais do programa e apenas 20% eram efetivamente gastos na compra e distribuição de medicamentos aos pacientes. De acordo com o órgão, a iniciativa permitirá o aumento no valor repassado anualmente pelo ministério aos estados e municípios, que será reajustado de R$ 5,10 por habitante para R$ 5,58.
“Não haverá nenhum prejuízo de acesso ao usuário. Pelo contrário, estamos ampliando o acesso, ampliando a oferta de medicamentos e não estamos terminando com o Farmácia Popular. Estamos fortalecendo a rede credenciada. Os medicamentos exclusivos na farmácia de rede própria representam menos de 7% da procura dos usuários. Ou seja, cerca de 93% dos usuários buscam medicamentos para hipertensão, diabetes e asma, disponíveis na rede credenciada do Farmácia Popular. Os demais medicamentos estão disponíveis tanto nas unidades básicas quanto nas farmácias próprias da prefeituras”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros.
O Ministério da Saúde afirma que os medicamentos de maior procura — hipertensão, diabetes e asma — representam mais de 90% dos usuários do programa e já estão disponíveis nas drogarias conveniadas do Aqui Tem Farmácia Popular. Esses e os demais medicamentos também são ofertados nas farmácias da Atenção Básica, que receberão os recursos adicionais.


ANCINE divulga estudo sobre o perfil do emprego no setor audiovisual



Dados do RAIS mapeiam desenvolvimento da indústria
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A ANCINE divulgou nesta quarta-feira, 21 de junho,  o estudo “Emprego no setor audiovisual”, elaborado pela Coordenação de Análise Técnica de Regulação (CTR) e pela Secretaria Executiva (SEC), a partir dos dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), Registro Administrativo do Ministério do Trabalho. O documento completo está publicado no Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual.

Com ano-base 2015, o estudo inédito, que passará a ser lançado anualmente, tem como objetivo mapear o perfil do emprego no audiovisual entre os anos de 2007 e 2015. O número de empregos do setor, remuneração média, escolaridade, gênero e distribuição geográfica dos trabalhadores são alguns dos dados divulgados.

O estudo revelou que durante o período analisado o segmento audiovisual com maiores níveis de geração de empregos foi a TV aberta, que apresentou um comportamento majoritariamente ascendente, totalizando, em 2015, 54%. Enquanto a distribuição foi a atividade que menos gerou vínculos empregatícios neste mesmo período.

As atividades econômicas que mais cresceram em número de empregos gerados no período foram as de produção e pós-produção audiovisual, e exibição cinematográfica. O número de postos de trabalho gerados pelas as empresas de produção e pós-produção audiovisual mais que dobrou, passando de 5.358 empregos gerados em 2007 para 11.252 empregos gerados em 2015. Já as empresas exibidoras tiveram um aumento de 69% no volume de empregos gerados passando de 8.445 para 14.297 empregos gerados no período.

Com relação à qualificação da mão de obra, o nível médio (completo ou incompleto) de escolaridade foi maioria no setor, que registrou ainda o crescimento em 9% da participação de trabalhadores com nível superior (completo ou incompleto), integrando 42% da participação total. Os trabalhadores com mestrado ou doutorado também viram crescer sua contribuição para o mercado audiovisual, passando de 0,13% em 2007 para 0,45% em 2015. Os acréscimos demonstram uma tendência de aumento no nível de escolaridade da mão de obra.

As contribuições de homens e mulheres para o setor audiovisual também foram contabilizadas. A predominância masculina (60%) se manteve praticamente imutável entre 2007 e 2015, registrando apenas um ponto de decréscimo nos anos de 2009 e 2014, mesmo momento em que a participação feminina registrou o único ponto de crescimento, alcançando o ápice de 41%. De acordo com o estudo, as atividades de TV aberta agruparam 67% de trabalhadores do sexo masculino, e Operadoras e Programadoras de TV paga, 62% de homens. Os segmentos de Exibição Cinematográfica e Aluguel de DVDs registraram maioria feminina, sendo a primeira com 59% e a segunda com 58% de mulheres.

A faixa etária do setor se manteve 2 anos mais jovem em comparação a economia brasileira como um todo e, ainda assim, aumentou em 2,2 anos, passando de 32,8 anos em 2007 para 35 em 2015.

Apesar do baixo nível da distribuição na participação do setor (1% do total), a atividade registrou os maiores salários médios mensais (R$ 7.405,00), seguida pelas Programadoras de TV Paga (R$ 6.053) e TV Aberta (R$ 5.309). Em 2015, os homens receberam, em média, R$ 3.526,00 enquanto as mulheres, R$ 3.051,00, o que representa uma diferença de 13%.

Entre os anos de 2007 e 2015 o setor audiovisual concentrou 61% dos empregos na região Sudeste. Após oscilação nos anos anteriores, a região Nordeste figura com a segunda maior participação (14%), seguida da região Sul, com 12%. A região Norte registrou a menor participação em todo o período, porém apresentou um crescimento de 50% na contribuição ao número de empregos totais, passando  de 4% em 2007 para 6% em 2015.

Embora o estudo tenha revelado um decréscimo de 42% sobre os estabelecimentos empregadores entre os anos de 2007 e 2015, no segmento de Produção e Pós-Produção os números dobraram, crescendo de 757 em 2007 para 1.524 estabelecimentos em 2015. O segmento de TV Aberta também se expandiu com o acréscimo de 121 estabelecimentos e passou de 564 em 2007 para 685 estabelecimentos em 2015. A maior concentração se deu na região Sudeste, onde contou com 54% de participação entre 2007 e 2009 e 53% a partir de 2010. Ainda segundo o mapeamento, o setor audiovisual é formado majoritariamente por microempresas, 81% do total de estabelecimentos (5.323) possuem entre 0 e 9 vínculos.

quinta-feira, 29 de junho de 2017

SENAI Maracanaú abre inscrições para seleção de cursos técnicos




Tecnologia e Inovação transformando o caminho profissional dos jovens. O SENAI Maracanaú está com inscrições abertas para seleção dos cursos técnicos em Automação Industrial, Eletromecânica, Mecânica e Mecatrônica. São nove turmas nos turnos manhã, tarde e noite. Os interessados podem efetuar as inscrições gratuitamente até o dia 19 de julho. As aulas começam em agosto. Confira os cursos e leia o edital AQUI.


Descontos

Maior facilidade de acesso aos cursos do SENAI com até 20 % de redução dos valores dos mesmos para alunos que fizerem duas matrículas simultaneamente ou realizar a matrícula até 30 dias após a conclusão de um curso do SENAI. Também é concedido 10% de desconto para ex-alunos.

Serviço

O número de vagas é limitado. Os interessados podem fazer pré-inscrições e tirar dúvidas pelo telefone (85) 4009-6300 ou pelo endereço eletrônico do SENAI Ceará. A novidade no site do SENAI é o chat consultor online. O Facebook do SENAI Ceará também está disponivel para tirar dúvidas. 


Informações para a Imprensa
Gerência de Comunicações - Sistema FIEC
(85) 3421 5435 / (85) 3421 5434
(85) 3421.5431/ (85) 3421.4203

quarta-feira, 28 de junho de 2017

O Dia Seguinte


 


Numa hora grave como a que vive o país, com um presidente denunciado, é preciso pensar nas consequências futuras de cada ato. Afinal, aonde queremos chegar com tudo isso?


Michel Temer tornou-se ontem o primeiro presidente da República da história do país a ser alvo de denúncia no exercício do cargo. Não é algo trivial. Mesmo assim, a acusação de corrupção passiva precisa ser muito bem sopesada antes que o peemedebista seja condenado publicamente sem sequer poder responder ao que ora lhe é imputado.
Em termos crus, a acusação que pesa sobre o presidente tem fragilidades. Não há, pelo menos por ora, uma prova inconteste, uma evidência acachapante ou um depoimento irrefutável que leve a uma condenação inequívoca. O que se tem - por ora, repita-se - é a palavra do maior réu confesso do país contra a de Temer. Nada além disso.
A acusação específica mais grave que detonou a crise mal aparece na denúncia apresentada ontem. Lembremos: as manchetes de 18 de maio afirmavam que Temer havia intercedido junto à JBS para comprar o silêncio de Eduardo Cunha na cadeia. Seria o trecho mais escandaloso da conversa do presidente com Joesley Batista. Embora transcreva o diálogo, a Procuradoria-Geral da República admite que ainda precisa de uma "análise mais cuidadosa, aprofundada e responsável" para formar opinião sobre o fato - a despeito de a Polícia Federal ter concluído relatório em que reforça a suspeita.
As inconsistências não param aí. Não há indício de que o dinheiro supostamente fruto da corrupção tenha chegado ao presidente, senão a um subalterno. O diálogo gravado que deu origem à denúncia não é conclusivo, com trechos cruciais para elucidar a trama inaudíveis ou contraditórios. A intermediação que Rodrigo Rocha Loures prometeu fazer para azeitar uma pendência da J&F no Cade não prosperou.
Pode, sim, haver corrupção, mas o que a Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ontem seguramente não contém provas necessárias e suficientes para a condenação de um presidente da República. O histórico recente de exageros e abusos por parte dos procuradores federais não ajuda.
É insólito também que no caso de Temer, assim como já havia acontecido no do senador Aécio Neves, a PGR tenha optado por fatiar as acusações em várias e novas denúncias. Parece querer dar maior volume e criar um efeito de avalanche de ilícitos, além de suscitar votações variadas no Congresso, quando sua prática corrente em outros processos foi reunir tudo em peças únicas. Por que será?
Mas a questão de fato relevante que deve estar posta para os que serão chamados a opinar e a decidir a respeito da denúncia apresentada ontem pela PGR é: afinal, aonde queremos chegar?
Se autorizada a investigação pelos deputados e aceita a denúncia pelo Supremo, sem Temer o país embarcará num governo-tampão de 180 dias sob o comando do presidente da Câmara. Nesse ínterim, ou ao fim do prazo, o presidente afastado pode retomar o mandato ou ser defenestrado em definitivo, no que seria o segundo impeachment em pouco mais de um ano.
Cumprido esse cronograma, o ano de 2017 já teria chegado ao fim e caberia ao Congresso eleger um novo presidente da República para completar o mandato que termina em 31 de dezembro de 2018. A hipótese de eleição direta antes de outubro do ano que vem não é abrigada na Constituição.
Tudo considerado, no espaço de dois anos, desde maio de 2016, quando Dilma Rousseff foi legitimamente afastada do cargo de presidente, o país poderá vir a ter nada menos que quatro mandatários. O que temos a ganhar entrando nessa roda-viva?
O clima aziago que se criou em torno de Michel Temer a partir da divulgação dos termos de delação de Joesley Batista só beneficiou, até agora, o PT. O partido, que até então dominava as manchetes, com seus seguidos casos de corrupção - não apenas suspeitos, mas comprovados - praticamente sumiu do noticiário.
Na delação dos Batista, os US$ 150 milhões franqueados a campanhas petistas desde 2010 viraram nota de rodapé. De forma estranhíssima, a PGR até agora nem cogitou oferecer denúncia contra Lula, Dilma ou qualquer outro petista igualmente citado pelo ultrapremiado relator da JBS.
A condenação de petistas do quilate de Antonio Palocci, sentenciado ontem a 12 anos de cadeia, ou a acusação final feita pela Lava Jato acerca do envolvimento direto de Lula no tríplex do Guarujá, com pedido de condenação e prisão por lavagem de dinheiro e corrupção, também vão passando meio despercebidas.
A eventual queda de Michel Temer atende, assim, às preces dos narradores do petismo. Tudo o que pediram a Deus é um fim peremptório para aquele que, segundo sua versão dos fatos, ascendeu ao poder por meio de um "golpe". Um novo impeachment ou a renúncia representariam o coroamento da tese espúria e seu triunfo nos livros que contarão a história dessa triste época.
Não se pode deixar de atentar para isso ao decidir os próximos passos. O importante agora é que os ritos sejam rigidamente respeitados e as instituições cumpram seu papel, com responsabilidade em relação ao que cada decisão poderá custar ao país. 
Por ora, Michel Temer não é culpado, tampouco inocente. Foi denunciado e deve responder jurídica e politicamente ao processo que se desenrolará a partir de agora. É hora de pensar, mais que nunca, no que reservará o dia seguinte aos brasileiros. Porque simplesmente pode não haver nenhum.