quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Câmara de Vereadores recebe comissão de Professores grevistas

                           A Câmara de Vereadores de Maracanaú realizou a Sessão Legislativa de terça-feira com o plenário lotado de professores da rede municipal que estão em greve desde o início do mês.
                 Ao contrário de quarta-feira passada,o clima foi mais ameno e os profissionais da educação municipal esperaram o Presidente Carlos Alberto Gomes (DEM) encerrar a Sessão Legislativa, sendo iniciada logo após o encerramento uma reunião entre uma comissão dos grevistas e os Vereadores do município.
                 Conduzidos pelos Vereadores Carlos Alberto, Demi Peixoto (PR), Capitão Martins(PR), membros da Mesa Diretora; Chico Barbeiro (PC do B) e representantes da oposição Júlio César e Tales, a reunião demorou mais de três horas e ficou acertado que os grevistas, através do sindicato da categoria, vai encaminhar técnicos para reunião com a equipe da Prefeitura, com a finalidade de analisar as condições financeiras e tentar uma proposta que encerre o estado de greve.
                 A greve vem prejudicando os alunos e pode prejudicar inclusive as finanças municipais, já que com a proximidade de provas avaliativas nacionais os índices municipais tendem a cair e eles são utilizados para distribuição de recursos para o município.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

A Retórica da Mentira

Propaganda levada ao ar pelo PT busca enganar os brasileiros e omite que a ruína atual que ora se busca consertar é decorrência direta das irresponsabilidades de Lula e Dilma

O dia era devotado à padroeira do Brasil, mas o PT ignorou o caráter religioso da data e incorreu em vários pecados na propaganda partidária que levou ao ar na última quinta-feira, feriado nacional dedicado a Nossa Senhora Aparecida.
Programas políticos veiculados em rádio e TV raramente se notabilizam pela sinceridade e pela honestidade das mensagens que propagam. Mas o dos petistas foi especialmente pródigo em tentar enganar o espectador.
Numa narrativa típica do Brasil Grande da época dos militares no poder, números grandiosos foram enfileirados para tentar dar contornos a um país que a própria prática petista cuidou de implodir no momento seguinte. Muitas das realizações exibidas na primeira parte da propaganda enganosa petista ruíram pelos erros cometidos por ninguém menos que Dilma Rousseff - aliás, quase ignorada na peça - e Luiz Inácio Lula da Silva.
Foi o próprio modelo insustentável de política posta em marcha pelo petismo que preparou e contratou o desastre que, num curto espaço de tempo, transformou em pó o pouco que o país havia conseguido avançar nas asas da bonança econômica global que marcara a primeira década deste século. A irresponsabilidade, a demagogia e o populismo transformaram em fumaça os ganhos conquistados pela população.
A recessão semeada e adubada pelo PT é atribuída, de maneira enganosa, ao atual governo e àqueles que sempre se opuseram ao modo fraudulento de gestão dos petistas. É como se aqueles que há um ano e cinco meses tentam consertar os enormes estragos impostos por Lula e Dilma ao país fossem os responsáveis pela destruição.
Não há, claro, menção aos três anos de recessão patrocinados pelo PT, à destruição da renda dos brasileiros promovida pelo PT, ao retrocesso social decorrente das políticas populistas postas em marcha pelo PT, aos 14 milhões de desempregados legados pelo PT, à implosão do orçamento público resultante da irresponsabilidade do PT ou à corrupção desenfreada que levou a cabo os governos do PT.
Toda esta ruína é atribuída pela propaganda petista "aos efeitos de uma nova crise internacional" que, no entanto, jamais existiu. As necessárias medidas de ajuste postas em prática pela gestão de Michel Temer são equiparadas a maldades cujo único intuito é prejudicar os beneficiados pelo petismo e não à correção do rastro de destruição deixado por Lula e Dilma. Pela propaganda, resta claro que o PT não tem nem terá compromisso com as necessárias reformas que o país precisa promover para voltar a crescer.
A visão distorcida de mundo dos petistas também se sobressai quando conquistas individuais são sempre retratadas como se fossem dádivas concedidas por governos do partido. As realizações da universitária que se forma, da vendedora que consegue sua casa, da agricultora que progride devem menos a seus esforços pessoais e mais a benesses franqueadas pelo poder. Para o PT, o indivíduo é sempre menor que o Estado.
A Lula, a propaganda destina o único papel que o PT desde sempre lhe reservou: o de salvador da pátria. Apresentado como o redentor do povo, surge como uma versão atualizada do "rouba, mas faz". Para o petismo, tanto faz, desde que lhe garanta a volta ao poder. Os depoimentos da militância exibidos na propaganda reforçam o caráter de seita - a mesma que Antonio Palocci escancarou em sua carta de desfiliação do partido - que o PT devota a seu líder-mor.
Em sua propaganda veiculada na semana passada, o PT ensaia a narrativa que tentará vender aos eleitores em 2018: o Brasil de antes era melhor que o Brasil de hoje. Omite que a penúria do presente é consequência direta do modelo enganoso posto em prática por Lula e Dilma. Oculta que as dificuldades de agora são tributárias da irresponsabilidade no trato do dinheiro e dos bens públicos que marcou os governos petistas.
À retórica da mentira petista será preciso contrapor a mensagem da verdade. A recessão, o desemprego, a corrupção, o desalento que têm marcado o Brasil e os brasileiros nos últimos anos são frutos das práticas do PT. As dificuldades, as restrições, o dinheiro curto são devidos à forma predatória com que o PT ocupou o poder. Para se desenvolver de fato, o Brasil precisa confinar o PT ao passado e jamais dar-lhe uma nova chance no futuro próximo.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

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sábado, 14 de outubro de 2017

Prefeito Firmo Camurça(PR) reúne Secretários e debate obras e comunicação.

   
O Prefeito Firmo Camurça (PR) realizou nesta semana uma reunião geral com todos os Secretários Municipais e Assessores Especiais para avaliar o quadrimestre financeiro e as ações e inaugurações constantes na calendário.
    A Prefeitura entrega semanalmente obras e serviços nos bairros do município,sendo praças, asfaltos e iluminações.
    Outro item da pauta de reunião foi a avaliação da comunicação nas Redes Sociais e o enfrentamento das criticas e fake news existentes.

    Tivemos o prazer de participar e orientar os Secretários sobre a conduta nas diversas Redes Sociais. 



O Vigor do Comércio Exterior

Com política externa de novo orientada à integração global, país volta a buscar mercado externo. Negociação com União Europeia é crucial para ampliar oportunidades
Um dos aspectos menos destacados da incipiente recuperação que a economia brasileira experimenta é a expansão do nosso comércio exterior. Com o mercado interno ainda avariado pela recessão, exportar mostrou-se a melhor saída para a produção nacional. O Brasil está voltando suas atenções ao resto do mundo.
Os resultados alcançados até setembro são significativos. Nos nove primeiros meses do ano, o superávit comercial brasileiro chegou a US$ 53,3 bilhões. É a maior marca registrada na série histórica, iniciada em 1989, com alta de 47% sobre o mesmo período de 2016. O saldo anotado no mês também foi recorde.
O país está conseguindo superávits mesmo com alta expressiva também das importações, que crescem há dez meses - em setembro, o aumento foi de 18%. Isso sugere que o vigor das operações com o exterior tem sido disseminado: é a corrente de comércio como um todo que está crescendo e não apenas as exportações, como acontecia até poucos meses atrás.
O ritmo de alta das vendas ainda é bem maior que o das compras. Até setembro, as exportações aumentaram quase 19% no ano, com crescimento tanto de preços, quanto de volume embarcado. O recorde mensal permanece sendo o de 2011. Commodities ainda são o principal item da pauta. Tal desempenho deve levar o comércio exterior brasileiro a fechar o ano com saldo acima de US$ 60 bilhões.
A balança comercial de setembro - divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento na semana passada - trouxe ainda outro dado alentador: as importações de chamados bens de capital aumentaram pelo segundo mês consecutivo. Foram 34%, depois dos 6% registrados em agosto. Isso significa investimento em máquinas e equipamentos que se reverterão em maior produção interna logo à frente.
O Brasil passou longo período apartado do concerto global das nações. É claro que nossas empresas nunca desistiram de negociar com o resto do mundo, mas o governo do país é que pouco fazia para ajudá-las. Na era petista, o mercado interno foi tratado como suficiente para alavancar o crescimento econômico. Não é, como ficou claro com a recessão.
Essa política externa de alijamento vem sendo revertida pelo atual governo. No último ano e meio, nossa chancelaria passou a ser dirigida com as atenções voltadas ao resto do globo, na defesa do interesse nacional e da democracia. Muito diferente do alinhamento a regimes autoritários e da postura de costas para o mundo que marcaram as políticas petistas na área.
Neste sentido, é crucial que se redobrem os esforços em favor da conclusão das negociações em torno de um acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia. Trata-se da principal agenda de comércio exterior brasileira dos últimos tempos, cujas tratativas se arrastam há duas décadas. A diplomacia brasileira deve perseguir firmemente este entendimento, para impulsionar ainda mais nossas exportações. Mas não deve aceitar propostas restritivas e limitadas como as que alguns países europeus estão tentando nos empurrar.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Pela Independência e Harmonia entre Poderes

Se o que interessa aos brasileiros é preservar um sistema legal equilibrado e justo, o STF deveria pacificar entendimento de que, para punir parlamentares, só a Constituição é válida
A discussão que os ministros do Supremo Tribunal Federal irão travar nesta quarta-feira é definidora do bom funcionamento do nosso Estado democrático de direito. A partir dela, ficará claro se o princípio basilar da Constituição brasileira que estabelece que os poderes da República são independentes e harmônicos entre si está sendo respeitado.
A mais alta corte do país julga a partir desta manhã uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) que contesta a possibilidade de adoção de medidas cautelares contra parlamentares sem que a respectiva casa legislativa (Câmara ou Senado) seja consultada. A questão foi levada ao STF pelos partidos PP, PSC e Solidariedade em maio de 2016.
É preciso ter claro que a Constituição dispensa tratamento especial a parlamentares. Eles não são tratados como cidadãos comuns por razão muito simples: não estão no Parlamento como meros indivíduos, mas sim como representantes de parcela da população que os elegeu para ali representá-la. Cada deputado ou senador é, portanto, uma pequena parte do Poder Legislativo.
Como os poderes da República não se sobrepõem uns aos outros, mas devem conviver em equilíbrio e com atribuições específicas entre si, não cabe a interferência ou a prevalência de um sobre o noutro.
A lei magna prevê que é possível o Judiciário punir um parlamentar em apenas uma situação: flagrante de crime inafiançável. E somente com um tipo de penalidade: a prisão, desde que chancelada por maioria dos demais representantes do povo na respectiva casa legislativa, em prazo de até 24 horas depois da comunicação.
A ADI que os ministros do Supremo analisarão hoje refere-se à possibilidade de aplicação de medidas cautelares, ou seja, diversas da prisão, contra parlamentares. Isso não está previsto na Constituição, mas numa legislação ordinária, o Código de Processo Penal (CPP).
Pior: o texto, em seu artigo 319, sequer estabelece condições específicas para punição a detentores de mandato eletivo, como, por exemplo, Câmara ou Senado terem de ser ouvidos em casos de imposição de cautelares a deputados e/ou senadores.
Trata-se, parece evidente, de flagrante conflito com o que a lei maior do país determina. Pareceres recentes da Advocacia-Geral da União e da Advocacia do Senado rechaçam a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão contra parlamentares, por considerá-las inconstitucionais.
No fim de setembro, Aécio Neves (PSDB) foi alvo de duas das mais extremas medidas previstas no artigo 319 do CPP: foi afastado do exercício do mandato de senador e submetido a recolhimento domiciliar noturno. As punições foram impostas com base em voto de apenas três dos onze ministros do STF, e sem que sequer houvesse denúncia formalizada contra o parlamentar eleito por Minas Gerais. Claramente, não cabem.
Se o que interessa aos brasileiros é preservar um sistema legal equilibrado e justo, o STF deveria na sessão de hoje acolher a ADI movida pelos três partidos e considerar que parlamentares não estão sujeitos a ser punidos por meio de medidas cautelares previstas numa lei ordinária. O que deve valer, sempre, é o que determina a Constituição.
Do contrário, correremos o risco de ver as leis serem aplicadas a bel-prazer do julgador, de forma discricionária, ao sabor de casos individuais e sob pressão de clamores difusos por punições indiscriminadas. Não é isso o que um Estado democrático, com poderes harmônicos e independentes, deve aceitar, acolher ou abrigar. Para o bem de cada um e de todos nós.
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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Câmara de Vereadores homenageia SOBEF

A Câmara Municipal de Maracanaú realiza nesta segunda feira uma Sessão solene em homenagem aos 10 anos da SOBEF em Maracanaú. 
O Requerimento Legislativo solicitando a homenagem foi apresentado pelos Vereadores Rafael Pessoa e Rafael Lacerda.
A SOBEF fica localizada no Distrito de Mucunã e atende crianças carentes do município e Região Metropolitana.
O Presidente da entidade é o jovem Aílton Fonseca.
Aílton Fonseca, Presidente da SOBEF com este colunista.

domingo, 8 de outubro de 2017

Maracanaú ganha uma Agência Digital para inovar o mercado

  Estamos lançando uma agência digital com uma equipe criativa e inovadora,com conhecimento digital, de mercado, cliente e marca.
   Trabalhamos com as novas tecnologias e com toda a capacidade digital.
    Nossa equipe tem a capacidade de criar campanhas e ações de comunicação, além da produção de sites e o desenvolvimento de novos negócios.
   
Nossos Serviços:

   * Gestão e monitoramento de Mídias Sociais
   * Compra de Mídias Digitais ( Google, Facebook,etc)
   * Marketing de Conteúdo
   * Criação de Campanhas de e-mail marketing
   * Criação de Landing Pages
   * Consultoria em vendas
   * Organização de eventos ( feiras, festivais, seminários, inaugurações, etc)
   * Ações de Panfletagem,ativação de marca, blitz, endomarketing,marketing de guerrilha e execução de ações diferenciadas.

   Estamos implantada no Centro Comercial de Maracanaú, no Feira Center, Torre 2, Sala1008 e contamos ainda com um estúdio de gravação para produção de vídeos  institucionais e atendimento a blogueiros e empresas.




































sábado, 7 de outubro de 2017

Em cidade campeã de limpeza urbana, só lixo separado corretamente é levado

Os lixeiros da cidade campeã de limpeza urbana no país só recolhem o lixo descartado corretamente. Quando os materiais estão misturados, a ordem em Nova Esperança (a 475 quilômetros de Curitiba) é que seja colado na lixeira o adesivo com o aviso: "Este lixo não foi recolhido porque não está separado".
Com medo do acúmulo de lixo na rua, os vizinhos informam à prefeitura se alguém descumpre a separação. Um fiscal é enviado ao local e notifica o morador.
"Tem gente que só aprende se aborrecendo", afirma Amarildo Ardenghi, secretário de Meio Ambiente da cidade, no noroeste do Paraná, sobre a medida adotada há oito anos pela prefeitura.
Cerca de 80% das moradias, em média, separam os resíduos. Se esse percentual baixa, carros de som começam a circular pelo município, de 28 mil habitantes, alertando para a queda.
A prefeitura cogita, agora, enviar à Câmara um projeto de lei para multar quem desrespeitar a norma no Ecoponto –local onde são descartados móveis e eletrodomésticos– e, no futuro, aplicar a cobrança no caso de qualquer tipo de descarte errado. Não há definição de valores.
"Não é uma questão de punir o cidadão, mas de forçar a reeducação", diz o secretário.
EM PRIMEIRO LUGAR
A cidade recebeu a nota 0,9 num ranking que vai de 0 a 1, a maior entre 3.000 municípios no país analisados no Islu (Índice de Sustentabilidade de Limpeza Urbana), elaborado pela ABLP (Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública), pelo Selur (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana) e pela consultoria PWC.
Só outras nove cidades tiraram nota maior que 0,8 no ranking, todas na região Sul. Curitiba recebeu nota 0,7.
O índice, de 2016, analisa questões como destinação do lixo e reaproveitamento de materiais descartados.
Neste ano foi lançado um novo estudo, mas sem ranking. A nota de Nova Esperança caiu para 0,7, ainda acima da média do Sul, de 0,6. Ardenghi alega que a avaliação baixou por divergências no preenchimento de dados e que não houve alterações na gestão do lixo.
O relatório apontou que mais de 50% dos municípios analisados têm destinação incorreta dos resíduos, a maioria no Norte e no Nordeste.
"Isso significa que, atualmente, há um grande impacto ambiental gerado por causa da existência de lixões que deveriam ter sido extintos em 2014, fato que coloca esses municípios e seus respectivos gestores como infratores ambientais", afirma o estudo.
SOLUÇÕES
Em Nova Esperança, o caminhão de lixo circula diariamente com uma carreta acoplada -os sacos de material orgânico vão para o caminhão e os recicláveis, para a carreta, que depois é levada para a Cocamare, cooperativa de recicláveis da cidade.
Até as folhas, as flores e as vagens das árvores da espécie Sibipuruna, espalhadas pela cidade, viram adubo em um viveiro municipal.
"A gente recolhe sacos e sacos dessa florzinha", diz a moradora Antônia Fragati, 74.
As mudas do viveiro, cultivadas em embalagens de leite descartadas, são distribuídas gratuitamente.
Com os bons resultados, a gestão do lixo passou de assunto árido para motivo de orgulho da cidade, que destina R$ 2 milhões dos R$ 54 milhões do seu orçamento à política de resíduos sólidos.
O tema ultrapassou diferenças ideológicas entre políticos de situação e oposição. "Virou uma questão política, dá voto", diz o secretário.
Hoje, são recolhidas 450 toneladas de lixo por mês. Um quarto desse total é de materiais recicláveis. Os dejetos orgânicos são levados a um aterro certificado em Maringá, a 45 km de distância.
A Cocamare, que já chegou a ficar com falta de trabalhadores por causa do volume de materiais, ampliou o espaço, dobrou o número de cooperados (de 15 para 31) e agora pretende formar consórcio com outras localidades.
No próximo mês, a prefeitura vai distribuir a moradores galões para acondicionamento do óleo de cozinha usado. A cooperativa transformará o material em sabão e matéria-prima de óleo diesel.
E, para os moradores, ainda há espaço para melhorar a coleta na cidade. "Quando morei no Japão, a gente separava vidro, plástico, alumínio. Aqui em Nova Esperança tinha que ser assim", diz o marceneiro Francis Momesso, 36.
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Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares ganha Nobel da Paz 2017

A Campanha Internacional para a Abolição das Armas Nucleares (Ican, sua sigla em inglês) ganhou o Prêmio Nobel da Paz 2017. O anúncio da premiação foi feito na manhã desta sexta-feira (6), em Oslo, na Noruega.
A organização foi premiada por chamar a atenção para as consequências catastróficas do uso de armas nucleares e pelos seus esforços inovadores para conseguir a proibição do uso dessas armas. A Ican reúne mais de 400 entidades e ONGs com representação em mais de 100 nações.
“Nós vivemos em um mundo onde o risco de armas nucleares serem usadas é maior do que tem sido há muito tempo”, disse Berit Reiss-Andersen, líder do Comitê Norueguês do Nobel, ao anunciar o ganhador no Nobel da Paz. A premiação ocorre em um momento em que vários países estão modernizando os seus arsenais, como a Coreia do Norte.
A líder da associação, Beatrice Fihn, afirmou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder norte-coreano Kim Jong-Un devem saber que armas nucleares são ilegais. Ao responder ao pedido de dar uma mensagem aos dois líderes, ela foi enfática, segundo a Reuters.
“As armas nucleares são ilegais. A ameaça de usar armas nucleares é ilegal. Ter armas nucleares, desenvolver armas nucleares é ilegal. Eles precisam parar”, declarou Fihn.
Veja ao vídeo acessando ao link da matéria: G1
Ao receber o telefonema que lhe comunicou o prêmio, Beatrice Fihn disse ter ficado “em choque” com a notícia. “É incrível, uma honra”, declarou. A ativista é uma das três pessoas que trabalham em um pequeno escritório em Genebra, a sede da Ican. A organização, que começou na Austrália, foi lançada oficialmente em Viena em 2007.
Na quarta-feira (4), a ativista chamou Trump de idiota no Twitter. Nesta sexta, ela afirmou que estava arrependida, mas fez uma ressalva. “Eu acho que a eleição do presidente Donald Trump fez muitas pessoas ficarem muito desconfortáveis com o fato de ele sozinho poder autorizar o uso de armas nucleares”, afirmou, de acordo com a Associated Press.
Daniela Varano, porta-voz da Ican, disse à Reuters que a organização ficou muito entusiasmada por ter ganhado o prêmio. “É um grande reconhecimento para o trabalho que fizeram os ativistas ao longo dos anos e especialmente o Hibakusha (como são chamadas as pessoas afetadas pelas bombas atômicas no Japão). Esse testemunho foi crítico, crucial e para um sucesso tão surpreendente”, afirmou.

Tratado global

Tratado Global para Proibir as Armas Nucleares foi adotado pela Organização das Nações Unidas (ONU), porém as potências nucleares têm se mantido à margem desse processo, como os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido).
Ele proíbe o desenvolvimento, testes, produção, fabricação, aquisição, posse ou armazenamento de armas nucleares. O tratado foi aberto para assinaturas no dia 20 de setembro e entrará em vigor 90 dias depois que 50 países – dos 122 que votaram – o ratifiquem.
O prêmio é anunciado ainda em um momento em que, além da guerra verbal que Trump trava com a Coreia do Norte, o governo americano ameaça revogar o acordo nuclear com o Irã – a quem Trump acusa de não estar cumprindo os termos do acordo. Em seu discurso de estreia na assembleia-geral da ONU deste ano, o americano classificou o acordo como vergonhoso.
“O acordo com o Irã é uma das piores transações (…) Francamente, este acordo é uma vergonha para os Estados Unidos.” Em 15 de outubro, Trump vai se pronunciar no Congresso americano se ele considera que Teerã respeita seus compromissos, como indicado pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
ONG Campanha Internacional para Abolir Armas Nucleares (Ican) leva Nobel da Paz (Foto: Fabrice Coffrini / AFP Photo)

Veja os vencedores de 2017:

Literatura: escritor Kazuo Ishiguro, de 62 anos.
Química: trio Jacques Dubochet (suíço), Joachim Frank (alemão) e Richard Henderson (escocês) por uma série de melhorias que revolucionaram a observação de biomoléculas.
Física: Rainer Weiss, alemão naturalizado americano, e Barry Barish e Kip S.Thorne, cientistas nascidos nos Estados Unidos, ganharam o prêmio pela observação de ondas gravitacionais previstas por Albert Einstein há mais de 100 anos.
Medicina: os norte-americanos Jeffrey C. Hall, Michael Rosbash e Michael W. Young levaram o prêmio por suas descobertas no ritmo circadiano, o relógio biológico interno dos seres vivos.
O prêmio de economia será anunciado na segunda-feira (9).
Presidente do Comitê nobel norueguês, Berit Reiss-Andersen, durante o anúncio do prêmio Nobel da Paz 2017, nesta sexta-feira (6) (Foto: NTB Scanpix / Heiko Junge via Reuters)

Últimos ganhadores do Nobel da Paz

2016: Juan Manuel Santos, presidente da Colômbia, conquistou o prêmio pelo esforço de pacificação do país. Naquele ano, o governo conseguiu fechar um acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) após uma guerra civil que já durava mais de 50 anos.
2015Quarteto de Diálogo Nacional da Tunísia ganhou o prêmio por sua decisiva contribuição para a construção de uma democracia pluralista no país durante a revolução de 2011.
2014: os vencedores foram o indiano Kailash Satyarthi e a paquistanesa Malala Yousafzay, “pela sua luta contra a supressão das crianças e jovens e pelo direito de todos à educação”. A estudante do Paquistão se tornou a mais jovem ganhadora do prêmio.
2013: Organização para a Proibição das Armas Químicas, entidade que supervisiona destruição do arsenal químico na Síria em guerra.
2012: União Europeia (UE) ganhou por ter contribuído para pacificar um continente devastado por duas guerras mundiais.
2011: Ellen Johnson Sirleaf, Leymah Gbowee (Libéria) e Tawakkol Karman (Iêmen), por sua luta não violenta em favor da segurança das mulheres e seus direitos a participar dos processos de paz.
2010Liu Xiaobo (China), dissidente detido, “por seus esforços duradouros e não violentos em favor dos Direitos Humanos na China”.
2009: O então presidente americano Barack Obama foi premiado “por seus esforços extraordinários com o objetivo de reforçar a diplomacia internacional e a cooperação entre os povos”.
2008: Martti Ahtisaari (Finlândia) foi premiado por suas numerosas mediações de paz em todo o mundo.
2007: Al Gore (Estados Unidos) e o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC) da ONU ganharam o prêmio por seus esforços para aumentar o conhecimento sobre as mudanças climáticas.
2006: O prêmio foi para Muhammad Yunus (Bangladesh) e seu banco especializado no microcrédito, o Grameen Bank, porque “uma paz duradoura não pode ser obtida sem que uma parte importante da população encontre a maneira de sair da pobreza”.
Fonte: G1

O meio de transporte do presente e do futuro

A bicicleta tem se tornado um importante meio de transporte para muitas pessoas que vão para o trabalho, para a faculdade ou até mesmo se divertir. Vários fatores explicam o crescimento do uso das bicicletas como, por exemplo, a chance de escapar do trânsito, economizar dinheiro e ajudar o meio ambiente. No entanto, as grandes cidades do País estão com mais carros a cada ano, a frota de veículos mais que dobrou de 2001 até 2012, de acordo com O Dia.
Sem uma alternativa haverá colapso no trânsito das grandes cidades nos próximos anos que chegará ao meio ambiente e afetará ainda mais a saúde da população. A quantidade desenfreada da contaminação do ar promovida também por veículos automotores pode causar a morte de rios e lagos, acidificação do solo e da água, chuvas ácidas, destruição da camada de ozônio, escurecimento da atmosfera e, principalmente, o aumento do efeito estufa, como mostra o Ecycle. Para os seres humanos gases como o monóxido de carbono pode provocar falta de ar, queimação na garganta e doenças cardiovasculares, segundo o relatório da ONU, em 2016. Conheça a lista do Ministério Do Meio Ambiente sobre poluentes atmosféricos
Por outro lado, o uso da bicicleta traz diversos benefícios para a natureza diminuindo a emissão de gases poluentes reduzindo o efeito estufa e a temperatura do planeta. Já para as pessoas melhora o condicionamento físico, perda de peso, ajuda a equilibrar a pressão, trabalha a confiança, combate o estresse, além de ajudar a prevenir doenças crônicas como a obesidade, colesterol alto e hipertensão.

Malha cicloviária

Com o aumento do uso da bicicleta pelos brasileiros, conforme reportagem do Jornal Nacional, houve a preocupação se o número de ciclovias existentes poderia suprir a quantidade de pessoas que utilizam bicicletas. Uma matéria do G1 mostra que a malha cicloviária brasileira mais que dobrou nos últimos três anos passando de 1414 km em 2014 para 3009 km em 2017, porém de maneira desordenada, sem repensar a estrutura das grandes cidades, sem uma política estabelecida. Nos exemplos nacionais, São Paulo tem a maior (498,4 km) e Macapá a menor (11,9 km) malha cicloviária.
Mesmo com o aumento elas correspondem a apenas 2,8% da malha viária em todo o País, pouco em comparação com países mais desenvolvidos como a Holanda, um exemplo na criação de ciclovias e utilização de bicicletas, ou a Alemanha.

Holanda, um exemplo a seguir

O Brasil deveria se espelhar no modelo holandês que mudou o pensamento na década de setenta em favor das bicicletas devido ao entupimento das cidades por carros, a poluição causada e ao grande número de mortes no trânsito. Em 1971, houve 3300 mortes no trânsito, sendo mais de 400 crianças. Desde, então, o País pensou de forma planejada e ordenada na introdução das bicicletas como meios de transporte cotidianos e das ciclovias na vida dos motoristas, fazendo da Holanda o país com mais bicicletas no mundo e modelo na utilização delas. Tanto que inaugurou o maior estacionamento de bicicletas do mundo, este ano.
É preciso pensar, a exemplo da Holanda, num modelo de incentivo ao uso das bicicletas. Além de diminuir a quantidade de carros nas ruas, melhorar o trânsito nas cidades e reduzir a poluição outro benefício será a redução do número de acidentes no trânsito.
 O Acordo de Paris de 2015 foi criado justamente para reger medidas de redução de dióxido de carbono a partir de 2020 e foi assinado por 195 países, entre eles os maiores poluidores do mundo como China, Índia, Japão, Rússia, Alemanha, Brasil, Canadá, Coreia do Sul e México. Os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, resolveu sair do Acordo, o que gerou críticas de diversos países.
Fontes: Vá de Bike, O Dia, DW Brasil, G1, Ecycle, Ministério do Meio Ambiente, ONU, Jornal Nacional, Correio Braziliense, IG, Ducs Amsterdam, Casa Vogue, Correio Braziliense, Super Interessante e Estadão.

Morte e Vida das Estatais

Empresas controladas pelo Estado só devem existir se colocadas a serviço de todos os brasileiros e não de interesse de particulares ou corporações, como foi a tônica com o PT
O desmoronamento das estatais e seus fundos de pensão é uma das formas mais diretas de a sociedade brasileira - e, mais especialmente, os servidores públicos que são, respectivamente, seus funcionários e beneficiários - atestar os efeitos da depredação que a corrupção patrocinada pelo PT causou na vida do país.
Depois de anos no vermelho, as empresas controladas pelo governo federal estão voltando a produzir resultados positivos. Mas o fardo herdado do petismo é tão pesado que ainda levará muito tempo até que elas se mostrem novamente viáveis, se é que se mostrarão. No caso dos fundos de pensão, os desequilíbrios são duradouros.
Os fundos fechados de previdência complementar exibiram déficit de R$ 77 bilhões no primeiro semestre deste ano, com alta de 8% sobre mesmo período do ano passado, segundo a Previc. O Postalis, o quarto maior em número de beneficiários, sucumbiu a uma intervenção ontem, depois de seis anos consecutivos de déficits.
O Postalis é mais uma das vítimas da predação, da irresponsabilidade e da ingerência de interesses espúrios no patrimônio público que se tornou marca das gestões petistas. O fundo de pensão dos Correios afundou na mesma medida em que era obrigado a aplicar o dinheiro das aposentadorias de seus beneficiários em temeridades como títulos de dívida emitidos pela Venezuela chavista e pela Argentina kirchnerista.
O dinheiro da aposentadoria dos carteiros também foi colocado em negócios alimentados à base de propina. É o caso, por exemplo, da Eldorado, onde foram levados a se associar ao grupo J&F e de onde ora estão se afastando, e também dos investimentos perdidos em empresas do conglomerado de Eike Batista.
O Postalis acumula rombo de R$ 7,4 bilhões que obriga seus 192 mil participantes a descontar mais de 20% dos seus salários e benefícios - ao longo dos próximos 22 anos - para equacionar o déficit. A intervenção determinada ontem pela Previc parte da suspeita de que o buraco nas contas do fundo pode ser "muito maior", segundo O Globo.
A situação do Postalis é um espelho da sua mantenedora, os Correios. A companhia, que detém monopólio da distribuição de correspondências no país, destoa até das demais estatais, que já estão conseguindo voltar a lucrar e gerar dividendos. Desde 2014 está no vermelho, sem perspectiva de mudança à vista. A empresa não consegue sequer manter unidades do Banco Postal abertas, incapaz de responder pela segurança dos usuários.
Nos últimos meses, as estatais brasileiras vêm passando por processo de soerguimento, mas ainda estão longe de se tornar empresas eficientes e produtivas. Para começar, existem em número exorbitante e injustificável - mais de 150. Mas, para qualquer uma delas, uma regra deveria ser mandatória: só devem existir se forem colocadas a serviço de todos os brasileiros e não de interesse de particulares, grupos ou corporações, como foi a tônica com o PT.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

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A Inflação e os Novos Desafios

A mesma ousadia que venceu a carestia deve estar presente no enfrentamento do baixo crescimento, da desigualdade, da desorganização das contas públicas e do Estado
A inflação brasileira está dizimada. Se conseguimos debelar problema de tamanha gravidade, é porque o país tem condições de, tomadas as decisões corretas, vencer desafios hoje tão relevantes quanto derrotar a carestia foi no passado. A história nos ensina por onde caminhar.
O IPCA está controlado e nada indica que deixará de estar no futuro próximo. Em 12 meses até setembro, o índice aumentou 2,54%, conforme divulgou o IBGE nesta manhã. É o segundo mais baixo dos últimos 18 anos, um dos menores do mundo hoje e, pelo menos até 2021, não se prevê que descole da meta fixada pelo CMN.
Três fatores confluem para êxito tão eloquente: a reorientação da política econômica, sem espaço para a leniência e a irresponsabilidade que marcaram os anos Dilma; a superoferta agrícola, que deixou os alimentos mais baratos (pelo quinto mês consecutivo apresentam deflação); e a recessão, o componente nefasto da equação, que desaqueceu a demanda e, junto, os preços.
Tanto a história recente quanto a história mais longínqua do combate à inflação ensinam algo precioso: com método, decisão e planejamento, é possível vencer desafios que, por duradouros, às vezes parecem intransponíveis. A carestia brasileira era, mas felizmente deixou de ser.
Até o Plano Real, implementado por economistas tucanos em 1994, o país já tentara oito planos de estabilização de retumbante fracasso. Trinta anos atrás não havia nada mais aguardado pela população do que o fim da hiperinflação. E também não havia nada tão pouco crível, dado o histórico de insucessos.
A estratégia enfim deu certo porque seus executores abriram mão de artimanhas e apostaram na transparência e na participação informada dos agentes econômicos. Além disso, a estabilização nasceu acompanhada de um inédito ajuste fiscal iniciado pelo presidente Itamar Franco ? mas que, incipiente, precisou ser aprofundado no segundo governo Fernando Henrique.
É de ousadias como estas que o Brasil precisa agora para vencer seus principais desafios do presente: iniciar uma trajetória de crescimento econômico sustentado, diminuir a desigualdade social, pôr ordem nas contas públicas e redesenhar os limites do Estado. De pronto já se percebe que as contendas que agora nos espreitam são bem mais espinhosas, até porque foram deixadas acentuar-se nos últimos anos.
A questão é de oportunidade: o Brasil não conseguirá avançar se não superar estes entraves. Da mesma forma que houve enfrentamento decidido da inflação, é hora agora de encarar os demais desafios, e vencê-los. Não vai ser fácil, não vai ser rápido, mas é incontornável. Quem já mostrou que sabe fazer pode fazer de novo.
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Presidente Temer veta artigo da Reforma Política de Censura nas Redes Sociais

O presidente Michel Temer vetou o artigo da reforma eleitoral que obrigaria sites e redes sociais a suspender, sem decisão judicial, a publicação de conteúdo denunciado como discurso de ódio, informação falsa ou ofensa a partidos ou candidatos.
O texto tinha sido condenado por parlamentares e entidades que defendem a liberdade de expressão por ser considerado uma forma de censura prévia. As novas regras eleitorais, sancionadas nesta sexta-feira (6), já começam a valer a partir das próximas eleições, no ano que vem.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

JUSTIÇA DETERMINA O AFASTAMENTO DO PRESIDENTE DA CÂMARA DE MARANGUAPE


Na manhã dessa sexta, o Poder Judiciário determinou o afastamento do Presidente da Câmara Municipal de Maranguape, o Vereador Kássio Anselmo de Oliveira (PC do B) do cargo de presidente e do mandato de vereador daquela cidade.
Kássio Rogaciano, como é conhecido, foi flagrado no início do mês de setembro passeando na praia de Ponta Negra, em Natal (RN), fazendo uso de veículo oficial do Poder Legislativo.
Diante dos fatos, o Ministério Público ingressou com uma ação civil por ato de improbidade administrativa (Processo Nº 18633-58.2017.8.06.0119/0) contra o vereador, assinada conjuntamente pelos 03 promotores que atuam na Comarca de Maranguape: Drª Isabel Cristina Mesquita Guerra, Drª Roselita N Vieira de A Troccoli e Dr. Marcus Vinicius de Oliveira Nascimento, na qual solicitaram o afastamento cautelar do edil e sua condenação à perda do cargo, ressarcimento ao erário e perda dos direitos políticos pelo prazo de até 08 (oito) anos.
O afastamento do Presidente da Câmara, que é aliado do Prefeito João Paulo Xerez (PHS), foi concedido pelo Juiz da 3ª Vara da Comarca de Maranguape, Dr. Fabiano Damasceno Maia, tendo o oficial de justiça cumprido a determinação nesta manhã, durante a sessão ordinária da Câmara enquanto o mesmo presidia os trabalhos.
Kássio Anselmo é filho do ex-vereador Rogaciano Marçal, o qual foi impedido de concorrer ao cargo em 2012 por ter sua candidatura barrada em razão da lei da Ficha Limpa, tendo o seu filho o substituído no curso da eleição.

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Novembro será azul



ONG de Luisa Mell resgata 135 cães de maus-tratos em canil de Osasco (SP)



A ONG da ativista Luisa Mell, conhecida por ser protetora dos animais, resgatou na última sexta-feira (29) 135 cachorros que sofriam maus-tratos em um canil em Osasco, na Grande São Paulo. O resgate contou com o auxílio da Polícia Civil, Centro de Controle de Zoonoses e  da Vigilância Sanitária
A ONG recebeu uma denúncia na última quarta-feira (27) sobre as más condições em que se encontravam os animais e de que os cachorros eram espancados. Os cães estavam amontoados em um canil certificado que funcionava em uma casa de alto padrão. Sem banho, tinham fezes grudadas nos pelos. Foram encontrados nove corpos de filhotes no lixo. Todos os animais foram levados para a ONG.
Ativista e protetora de anima, Luisa Mell, resgata 135 cães de maus-tratos em Osasco 
Na sua página do Instagram, Luisa Mell relatou o que viu no canil. “Me faltam palavras para descrever todo o horror que presenciei. Acabamos agora o resgate de 135 animais! Eu não podia resgatar tantos de uma vez, mas como deixá-los ali sendo torturados, maltratados e explorados até a morte?”, disse indignada.
Foram localizados os cães da raça yorkshire, Lhasa apso, pub e labrador Golden. O local vendia filhotes para lojas de animais.
De acordo com informações do Instituto da Luisa Mell, a responsável pelo canil prestou depoimento na Delegacia de Meio Ambiente de Osasco.
Fonte: G1