domingo, 22 de julho de 2018

PSDB lança candidatos em Maracanaú






O Partido da Social Democracia Brasileira - PSDB - realizará o lançamento dos candidatos do partido em grande evento, dia 24 de Julho, no Buffet Monte Rey, no Jaçanaú.
Serão lançados a Deputada Estadual Fernanda Pessoa, candidata a reeleição e o Vice-Prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, para Deputado Federal.
Roberto Pessoa é ex-prefeito de Maracanaú ( 2004-2012 ) e pai da Deputada Estadual Fernanda Pessoa.
O lançamento será dirigido pelo Prefeito Firmo Camurça e contará com a presença de lideranças estaduais e municipais, vereadores e Secretários municipais.
O PSDB no município é presidido pelo emancipador e jornalista Allan Kardec Marinho. 


Lançamento dos candidatos do PSDB
Data: 24 de julho
Horário: 17 horas
Local: Buffet Monte Rey, Jaçanaú
















terça-feira, 17 de julho de 2018

O quadrinista Marcelo D'Salete é o único brasileiro a concorrer ao Eisner 2018,





O quadrinista Marcelo D'Salete é o único brasileiro a concorrer ao Eisner 2018, o maior prêmio de quadrinhos do mundo, que será entregue nesta semana. Com quase 200 páginas, Cumbe (Amazon) é uma HQ composta por quatro contos que se baseiam em documentos reais para retratar a resistência dos escravos ao sistema colonial. Nos últimos quatro anos, a obra já foi lançada nos EUA, em Portugal, na França, na Itália e na Áustria. (Folha)

Colunista social divulga brinquedo assassino, mesmo após morte de turista.









A colunista social Márcia Travessoni  publicou hoje, terça, meia coluna de propaganda da inauguração do brinquedo “vainkará” . Só que o brinquedo foi o responsável pela morte de um turista paulista logo após a inauguração do mesmo.
Nos dias de tecnologia o estranho é um jornal de grande circulação nacional cometer esse erro grosseiro, A matéria ainda trás fotos dos proprietários e dirigentes do Beach Park, sorridentes e em festas.
Manchetes como Adrenalina e muita gente sorrindo.
Sobre o velório, nenhuma nota.

domingo, 15 de julho de 2018

Sobre procurar agradar em Epicteto








 "Ao tentar agradar outras pessoas,corremos o risco de nos desviarmos para o que está fora de nossa esfera de influência. Agindo assim, perdemos o domínio sobre o propósito de nossa vida"

   Esse texto de Epicteto, filósofo, nascido escravo no ano 55 d. C, no império romano, mostra o grande mestre que se tornou.
   Escreveu um verdadeiro manual clássico da virtude, felicidade e sabedoria com o livro "A arte de viver", traduzido e interpretado por Sharon Lebell.

" A felicidade só pode ser encontrada dentro de nós"

sexta-feira, 13 de julho de 2018

Para ler com calma: sobre as cidades.

 O ano é 2018. O planeta é quente. As cidades também. Em Nova York, o calor extremo mata anualmente mais de cem americanos. E a mudança climática está apenas aquecendo mais as coisas. Por isso, a cidade está tomando medidas para conter as ameaças à saúde pública que vêm junto com o intenso calor. Os planos passam por usar fontes de energia mais limpas, repintar telhados — para que eles comecem a refletir a radiação solar em vez de permitir que o edifício a absorva —, adicionar mais vegetação à cidade — plantando mais árvores e criando telhados-verdes —, e disponibilizar e tornar mais convidativos os centros de resfriamento — bibliotecas de bairros, centros recreativos e espaços de idosos que são reaproveitados durante as ondas de calor para oferecer acesso ao ar condicionado
para todos.

A Copa chega ao fim.







Foi bom enquanto durou, mas chega ao fim neste domingo a Copa do Mundo 2018. Sem hexa. Mas para os amantes do futebol, quatro seleções ainda fazem neste fim de semana os dois grandes jogos que encerram o Mundial. Amanhã, às 11h, o duelo é entre Bélgica e Inglaterra. É o jogo que ninguém queria jogar: vale o troféu de terceiro. Mas pode sair dessa partida a Chuteira de Ouro da Copa. O inglês Harry Kane, com seis gols, e o belga Romelu Lukaku, com quatro e uma assistência, estão entre os favoritos.
Já no domingo, ao meio-dia, brigam na final França e Croácia. Elas traçaram caminhos bem diferentes até aqui. A seleção francesa pegou times mais fortes, enquanto os croatas fizeram jogos mais equilibrados. O Estadão desenvolveu um ranking que mede a força das equipes jogo a jogo, com base em um método desenvolvido pelo físico húngaro Arpad Elo — ganha pontos quem vence adversários complicados e perde quem sofre derrotas em jogos que deveriam ser, em teoria, fáceis. No geral, a Croácia jogou partidas mais competitivas que a França, ainda que os adversários tenham sido mais fracos.
Para o técnico croata, Zlatko Dalic, sua equipe é um ‘milagre’. Ele recordou o primeiro contato com os jogadores após assumir a seleção, no fim de 2017: no aeroporto de Zagreb, pegando o avião para uma partida decisiva contra a Ucrânia. Trabalhou sem salário e sem contrato. “Não tínhamos, há três meses, um estádio adequado para receber nossas partidas pela Liga das Nações (torneio europeu que acontecerá em outubro), contra Inglaterra e Espanha. Não temos infraestrutura para torneios deste porte. É um grande problema que eu gostaria de destacar. Nas condições em que trabalhamos, nos traz grande alívio o que alcançamos. Algo precisa ser transformado. Se não for agora, quando será?” (Globo)
Pois é. Depois da vitória sobre Inglaterra na semifinal, um torcedor croata foi questionado por uma equipe de TV mexicana sobre como se sentia em relação à primeira final do país em uma Copa do Mundo. “Jacob Modric costumava jogar futebol driblando minas terrestres. Assim como ele, nós não temos medo.”
Já a França tem o desafio de não repetir no Mundial o mesmo erro que fez o time amargar a derrota contra Portugal na Eurocopa de 2016: a soberba. Naquele ano, o relaxamento depois de eliminar a Alemanha na semifinal deu à equipe a sensação de que o pior já havia passado. Caíram. Agora, o cenário é parecido. Os franceses venceram a Bélgica, que havia se creditado como forte candidata ao título depois de eliminar o Brasil, e enfrentará na decisão um azarão: a estreante Croácia. Oito jogadores que estavam naquela fatídica partida no Stade de France seguem no time para tentar, desta vez, fazer diferente. (Globo)
Carlos Eduardo Mansur, no Globo: “A França, e talvez o futebol de seleções fabrique cada vez mais equipes assim, é destes times de enorme potencial, que deixa o mundo na expectativa de ver aflorar um jogo tão encantador quanto seus intérpretes: mas oferece ao espetáculo apenas o indispensável para ganhar. Deschamps criou uma estrutura conveniente para seus astros, para que tenham momentos e, neles, produzam impacto no resultado do jogo. Ainda não houve exibições de 90 minutos de um jogo fluido. Mas a verdade é que trata-se de uma França difícil de derrotar. Na frente, há homens decisivos. Sem a bola, há solidez defensiva. Pogba foi excelente defendendo e iniciando jogadas, Kanté e Matuidi esbanjam vitalidade. E, na frente, sempre haverá Griezmann, Mbappé. Mas, no fim, foi um córner, uma bola alta, uma cabeçada. Nunca a fronteira entre ganhar e perder foi tão tênue.”

canalmeio.com.br

sábado, 7 de julho de 2018

Alguns versos para um herói



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Poesia de Allan Kardec Marinho.

Um mergulhador, ex-integrante do corpo de elite da Marinha tailandesa, morreu ontem ao ficar sem oxigênio enquanto retornava de uma expedição que levava provisões ao grupo de meninos presos em uma caverna do país. Quando os membros do time de futebol Wild Boar — 12 adolescentes entre 11 e 16 anos e um adulto de 26 — entraram nas cavernas, em 23 de junho, ainda fazia bom tempo, mas eles ficaram presos depois que uma chuva repentina inundou os túneis estreitos. Equipes vêm examinando maneiras de resgatá-los, mas a morte de um mergulhador experiente ressalta os riscos inerentes à tentativa de movê-los. Os garotos estão fisicamente fracos depois de dias sem comida e, até mesmo para os mergulhadores mais experientes, são até cinco horas de travessia a nado através de canais irregulares e estreitos.