quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Atleta destaque do Projeto Futsal Sesc é convidado para atuar em time do Sul




Por seu destaque no esporte junto ao projeto Futsal Sesc, na seleção sub 20, o cearense natural de Jaguaruana, Gabriel Gurgel é o novo contratado do América de Tapera do estado do Rio Grande Sul (RS). O atleta assumiu seu posto no dia 1° de fevereiro de 2018, onde vai atuar na equipe profissional da Liga Gaúcha de Futsal em 2018.
Sua campanha de sucesso ainda conferiu a Gabriel o título de melhor atleta de futsal do estado do Ceará na categoria sub 20, em 2017. Apaixonado por futebol, Gabriel é aluno do Projeto Futsal Sesc desde 2014. O projeto écoordenado por Manoel Tobias, considerado três vezes o melhor jogador de futsal do mundo.
 Para Manuel Tobias, é importante salientar que Gabriel foi bicampeão da categoria Sub Cearense de Futsal, defendendo o Projeto Futsal Sesc. “Estamos felizes, por mais um aluno ter seu trabalho reconhecido, mas também não podemos deixar de destacar a atuação do Sistema Fecormércio, através do braço social que é o Sesc, apoiando o Projeto Futsal Sesc no trabalho do dia a dia”, afirma Manoel Tobias.

Sobre o Futsal Sesc      
O Futsal Sesc atua em cerca de 20 Núcleos espalhados pelo Ceará e, atualmente, a iniciativa atende a cerca de 2.000 alunos de famílias de baixa renda, que tenham de 8 a 17 anos. Além do aprendizado técnico, é trabalhada a cidadania com os alunos, com incentivo aos estudos e ao respeito à família, por exemplo. As seleções do Projeto Futsal Sesc participam de importantes competições como a Copa LIFEC, Campeonato de Futsal LIFEC, Copa Metropolitana, Campeonato Cearense e Circuito Nordeste de Futsal.    


Jornalistas Responsáveis: 
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Ambição em Excesso

Governo deveria focar no que de fato é prioridade para prosseguir nas reformas do Estado, em vez de apostar em um pacote inviável de ser aprovado até dezembro
O menor dos problemas da lista de novas prioridades do governo para este ano é ser requentada. O que chama atenção é o tamanho de sua ambição. É difícil crer que rol tão ousado quanto caudaloso avance num ano eleitoral, sob gestão cuja força política e apelo popular são frágeis.
A lista, com 15 pontos, foi apresentada ao público à guisa de servir como substituta ao naufrágio da reforma da Previdência, inviabilizada de vez depois da intervenção federal na segurança pública do Rio. No afã de mostrar serviço, o governo transpareceu agir de forma açodada.
Em seus menos de dois anos de existência, a gestão Michel Temer já mostrou a que veio. Mudou a agenda do país e, com isso, conseguiu resultados dignos de nota. Herdou uma nação destroçada e vai entregar ao sucessor uma casa bem mais arrumada. Quem nega isso desconhece o óbvio.
Os indicadores econômicos estão aí para todo mundo ver: a inflação que namora mínimas históricas, o juro básico que jamais foi tão baixo e, sobretudo, a volta do crescimento econômico. Saímos da recessão para expansão próxima a 1% em 2017, segundo estimativa do Banco Central divulgada no início da semana, e rumamos para o (bom) patamar de 3% neste ano.
Alguns poderão questionar: mas e todo o resto? Sim, as mazelas, os problemas, as deficiências permanecem. Mas quem, em sã consciência, pode cobrar que se mude estado tão deteriorado das coisas - que é, nunca se deve esquecer, como o PT deixou o Brasil - em tão curto período? Reconstruir custa trabalho, muito trabalho, e tempo.
É muito relevante que a economia nacional esteja se reerguendo. Sem crescimento econômico, nada mais se ajeitará. Não haverá produção, nem emprego e muito menos o dinheiro dos impostos de que o Estado precisa para cuidar melhor das enormes carências do povo brasileiro.
Michel Temer e seu governo têm o mérito inegável de ter trazido as reformas estruturais de volta à pauta nacional, depois de mais de uma década de ausência e sabotagens. Perseverar nesta direção é o que importa, e é mais que suficiente para os dez meses - ou cerca de metade disso, se considerarmos o ritmo de trabalho do Congresso em ano de eleição como este - que faltam para o fim deste mandato.
A lista de prioridades divulgada anteontem mais parece um programa para quem tem quatro anos de governo, tamanha a sua pretensão. Embora insuficiente para compensar o enterro da reforma da Previdência e apaziguar a situação fiscal, praticamente tudo ali é relevante. Mas, convenhamos: é impossível realizar até dezembro.
O melhor seria focar os esforços no que realmente precisa andar já. O rol trata tanto de reformas de Estado mais imediatas quanto iniciativas para melhorar o ambiente de negócios, de prazo de maturação mais longo. Se avançar naquelas e encaminhar estas para o próximo governo, já está bom demais.
Neste sentido, a privatização da Eletrobrás e a reforma do PIS/Cofins ainda neste ano seriam feitos notáveis, quase revolucionários. Poderiam vir acompanhados de medidas de maior impacto fiscal, como as que evitam o inchaço da folha do funcionalismo e a imperiosa regulamentação do teto de remuneração no serviço público, ambas travadas no Congresso e pelo lobby do Judiciário. Outras podem até ser mais fáceis de aprovar, mas têm efeito bem mais restrito.
O pior dos mundos será o governo ensaiar dar ares de propaganda ou de mero paliativo pelo fim da reforma previdenciária a uma agenda tão crucial para o país. Todos os itens das "prioridades" listados merecem atenção devida e não tratamento de marketing. Sobretudo, deve prevalecer a sobriedade e o realismo que, na maioria dos casos, pautou a atuação responsável da administração federal desde maio de 2016.
Ao governo cabe baixar sua taxa de ansiedade e ambição e concentrar-se no que é realmente possível realizar. A gestão Temer já fez bastante e não deveria correr risco de, com atropelos e improvisos, colocar parte de suas importantes conquistas a perder.


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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Um Governo Inteiro para a Segurança









Se avocar a si a responsabilidade por articular e coordenar políticas hoje dispersas nos estados, governo federal já terá feito muito para dar mais tranquilidade aos brasileiros
A crise da segurança pública que vitima boa parte do país não cabe num ministério. É assunto para todo um governo. Neste momento, a criação de uma pasta com este fim, extraordinária ou não, recende a improviso, numa hora que cobra maior acuidade e precisão de ação. O governo federal pode fazer melhor para combater a criminalidade e amparar a população. 
Segurança é assunto do topo das preocupações do brasileiro hoje. A sensação de intranquilidade cresceu na mesma medida em que a crise econômica se agravou e a crise de valores se agigantou. A omissão federal - que, frise-se, não é de agora - foi decisiva para a escalada e sua antítese é o fulcro onde pode estar a solução. 
Segundo a Constituição de 1988, prover segurança pública é papel das polícias estaduais, com reforço das guardas municipais. A União incumbe-se de vigiar as fronteiras e combater tráficos que alimentam a bandidagem - de armas, de drogas, de produtos contrabandeados. Fácil notar que essas funções não têm sido cumpridas do jeito que a população necessita.
A inação das polícias andou junto da quebradeira dos governos subnacionais. A falência do Estado nos estados levaria inexoravelmente à fragilização dos aparatos militares e civis de segurança pública. Não deu outra. Do lado da lei, falta dinheiro para tudo; do lado da desordem, sobram lucro e mão de obra barata. 
Há décadas o país não tem uma política nacional de segurança digna de respeito. Falta articulação, falta eficácia no combate ao crime, falta eficiência no emprego dos recursos disponíveis - mesmo parcos, eles existem, mas são soberbamente mal aproveitados: nos últimos oito anos, R$ 3 bilhões do Fundo Penitenciário deixaram de ser investidos, por exemplo. 
Se o governo federal avocar a si a responsabilidade de enfrentar este monstro que atemoriza a todos os brasileiros, indistintamente, já fará muito. Melhor ainda se conseguir colocar ordem e coordenação nas forças estaduais de repressão. Iniciativas baseadas na tecnologia - a começar pela tantas vezes prometida, mas nunca implementada, unificação dos cadastros de identificação nacionais - ajudarão a enfrentar criminosos cada vez mais organizados. 
Em paralelo, é positivo que o governo federal tenha decidido intervir na segurança pública do Rio de Janeiro, hoje o maior retrato, mas longe de ser único, da falência das políticas públicas estaduais de segurança. O uso das Forças Armadas numa função que não é a dela está distante de ser o ideal, mas tornou-se inexorável diante da inação e do fracasso das autoridades locais. 
Será, ademais, um teste válido para a necessária maior participação do poder central num assunto que se tornou onipresente na vida dos brasileiros, mas que, diante da omissão vista até aqui, mais parecia acontecer em Marte. O Brasil não quer continuar sendo o país onde mais se mata no mundo. Essa guerra precisa ser vencida, antes que continue, mas o Ministério da Segurança pode ficar para um governo com tempo hábil para desenvolver uma estratégia que tenha princípio, meio e fim.

Os Vereadores e os requerimentos apresentados

     


      Os Vereadores de Maracanaú buscam requer melhorias e benefícios para as comunidades que representam e de um modo geral para todo o município.  São diversos tipos de requerimentos que vão ao plenário da Casa Legislativa Municipal.
      É uma forma do Vereador demonstrar aos eleitores e munícipes que conhece os problemas existentes e que trabalha para solucioná-los, inclusive, em muitas ocasiões, joga a responsabilidade toda para os executivos municipal e estadual , responsável pela realização das obras solicitadas.
         Vejamos alguns exemplos: O Vereador Lucinildo Frota já solicitou a limpeza total da Lagoa do bairro Novo Maracanaú; o Vereador Pedro Rodrigues vem de requerer a implantação de wi-fi gratuito na Praça da Estação; Já Raphael Pessoa Mota solicita a elaboração do Plano Municipal de Defesa Social e Segurança Pública de Maracanaú.
         O Vereador Adauto Parente solicita o recapeamento asfáltico para todas as ruas do Distrito de Pajuçara e Maria Ivani Aguiar se preocupou com a limpeza de todas as bocas de lobo no Bairro Conjunto Timbó.
           Podemos ver a diversidade de solicitações e o trabalho de pesquisa de campo dos edis locais.

Efeito Dominó





 
A ilusão do Estado todo-poderoso resultou no Estado impotente que ora amargamos. Reorganizar as finanças é tão essencial para vencer o crime quanto mais tropas e armas
Quem acha que gasto público, orçamento, ajuste fiscal, reforma estrutural e assemelhados é conversa para boi dormir deveria observar melhor o que começou no Rio de Janeiro e está se alastrando pelo resto do país.
A intranquilidade, a péssima prestação de serviços públicos, a violência e o desrespeito são decorrências da irresponsabilidade das autoridades no trato do dinheiro entregue pelos cidadãos para ser administrado pelo Estado. Se esta relação não mudar, se a responsabilidade fiscal não voltar a dar as cartas, não há solução a vista.
Não é segredo para ninguém que governos estaduais acompanharam a farra que se instalou no plano federal na época da bonança - e da roubalheira - petista. Parecia que só o céu seria o limite. Raríssimas, as exceções só confirmam a regra. O país afundou num fosso que hoje corrói o dia a dia dos brasileiros.
A ilusão do Estado todo-poderoso e do populismo benevolente resultou no Estado impotente que ora amargamos.
Parte das mazelas atuais é decorrência de más políticas públicas. Na segurança, em especial, o país aguarda há tempos uma estratégia estruturada que seja digna de respeito. Mas outra parte é fruto de algo mais corriqueiro: dinheiro público jogado fora, a tônica do Brasil na última década.
Viver no vermelho tornou-se o normal nas finanças públicas brasileiras. Enquanto Brasília afundava nas mãos do PT, os governos subnacionais chafurdaram, como mostra o Tesouro Nacional. Começou em 2013 e não parou mais. 
Apenas em um ano, os déficits fiscais dos estados multiplicaram-se por seis: passaram de pouco mais de R$ 2 bilhões para quase R$ 14 bilhões em 2017, reporta o Valor Econômico em sua edição de hoje.
A intervenção decretada pelo governo federal na segurança pública fluminense é o primeiro ato do enredo de falência dos estados subnacionais. Eram favas contadas que uma das administrações regionais mais perdulárias, ineptas e corruptas do país sucumbisse. Mas o problema é que, assim como o Rio, há vários outros estados em vias de falir, numa espécie de efeito dominó.
A maior parte das unidades da federação (14 de 27) fechou suas contas no negativo em 2017 e apenas seis melhoraram seu desempenho em relação a 2016 - o destaque positivo, tanto em termos absolutos quanto relativos, foi o resultado de São Paulo, baseado, contudo, em receitas extraordinárias. Seis estados gastaram mais de 49% das receitas com pessoal, o limite estabelecido em lei, também segundo o Valor.
O caos que se espalha pelos aparatos de segurança estaduais é assustador, embora traga consigo um oportuno valor pedagógico: Estado mal administrado resulta em má qualidade de vida para a população, irresponsabilidade fiscal penaliza mais quem mais depende do dinheiro público.
Combater o crime é tema de forte apelo popular. Mas o que deveria ficar claro é que o outro lado da moeda também precisa ser: ajustar as contas do Estado, cortar desperdícios, enfrentar privilégios e gastar com planejamento e responsabilidade apenas o que se arrecada é tão crucial para vencer a bandidagem quanto mais armas e tropas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Nota do facebook




1. Revolucionário carnavalesco

Amo esse país abençoado por Deus e bonito por natureza.
No lugar da revolução , um desfile de carnaval.
Os revolucionários escrevem longos textos, vibram com as vitórias e novamente escrevem longos textos.
Quinta feira voltam aos empregos públicos, sexta vão aos bares da moda e fim de semana vão aos sítios e casas de praia.
Quem sabe juntam umas roupas que não usam mais e levam para o caseiro, com uma cesta básica.


sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Alegria&Louvor, como surgiu esse evento de Paz


        

        Maracanaú hoje é reconhecido pela implantação de uma politica pública de Paz e uma das ações inclusas nesta determinação é a realização do evento "Alegria&Louvor".
        O "Alegria&Louvor" é realizado sempre na semana de comemoração do aniversário do município,  e consiste em dois dias de shows cristãos e a realização da Caminha da Paz.

       COMO SURGIU O ALEGRIA&LOUVOR

      Com a posse do Prefeito Firmo Camurça a gestão realizou em 2013 o último carnaval de Maracanaú. Logo apos o evento o Prefeito chamou-me no gabinete e apresentou a ideia de não fazer mais carnaval e que se pensasse num evento de paz e envolvendo as igrejas católicas e evangélicas.
       Saí do gabinete com a missão e assim criamos na Assessoria de Comunicação o Evento Alegria&Louvor. Foram participantes deste parto os companheiros Raul Ribeiro, procuradoria do município; Deivid Jences, Ascom e Jarison Brito, gabinete, todos envolvidos com vida espiritual e religiosa.
      Após a aprovação do Prefeito o evento foi encaminhado para a execução, ou seja, para a Secretaria de Cultura, a Segov e o Gabinete do Prefeito e no ano seguinte realizamos o 1º Alegria&Louvor de Maracanaú.
      O evento foi transformado em politica pública e criado oficialmente por Lei Municipal.

     AVANÇOS

           Este ano por sugestão nossa e encampada pelos parceiros Raul, Deivid e Jarison, estamos lançando o Festival de Bandas Religiosas que já é um sucesso, com 50 inscrições de jovens bandas das igrejas de Maracanaú. Teremos uma fase classificatória e as finais no Alegria&Louvor, consolidando cada vez mais a politica de Paz em Maracanaú. 

    CAMINHADA

             A Caminhada é uma ação realizada pela Ormece e apoio total da Prefeitura de Maracanaú e conta com a participação dos pastores do município, dentre eles o Secretario Municipal Pastor Neto, Pastor João Gonçalves, Pastor Paixão, Pastor Sergio Costa e aceitação geral da comunidade.