sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Fobia de que?




Todos que aparecem como possíveis candidatos por terem destaque na carreira própria,  sem dinheiro público e sem manchas em gestões públicas são imediatamente atacados pelos defensores da "democracia (?)".
Qual o crime deles comparado aos processados, condenados e presos por desvios de recursos públicos e por utilizar dinheiro público para ser eleito ?
Esses os defensores da democracia não atacam e ao contrário,  são defendidos por eles que atacam a justiça e os representantes da mesma.
Quanta estupidez você criticar um profissional que venceu na carreira, tem visibilidade nacional e nunca teve problemas na justiça.
O crime dele é não querer ser administrado por um corrupto e visitante do sistema prisional.
Na cabeça de muitos, estar nas obrigações do político roubar o dinheiro público,  não é crime, é cultura política.
Já o cidadão?  Quanta petulância essa, querer invadir a política e tirar os  corruptos?
Não pode!!!!
Afinal a quem vamos pedir favores, dinheiro fácil,  emprego e fazer uma negociatazinha?

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

 Convenção do PSDB.


Gasto Alto, Gasto Ruim


As conclusões do estudo do Banco Mundial deixam claro que o Brasil só tem um caminho: reformas profundas contra privilégios e injustiças, em benefício da maioria dos brasileiros
Não é novidade para ninguém que o Estado brasileiro sofre de gigantismo. Ele consome uma montanha de dinheiro arrecadada dos contribuintes e aplica esses recursos de maneira ineficaz e ineficiente. Em suma, gasta muito, muito mesmo e mal, ou seja, de maneira injusta, desigual e distorcida.
O que é senso comum no país, o Banco Mundial transformou num diagnóstico profundo e preciso sobre as finanças públicas brasileiras com o qual apenas os de má-fé - e eles não são poucos - não concordarão. Ali está um roteiro a ser seguido para tentar transformar o Brasil numa nação menos desigual, menos injusta, menos pobre.
O rol de medidas inclui mudanças que vão da alteração da estrutura de benefícios sociais à revisão radical de regimes de isenção e desoneração fiscal, passando pela extinção de privilégios do funcionalismo público e pelo fim de políticas de gratuidade no acesso ao ensino universitário.
Tudo somado, daria para reduzir os gastos públicos em 8,4% do PIB num período de dez anos. Não é pouca coisa, já que equivale ao tamanho do déficit público atual do Brasil.
A principal contribuição viria da reforma da Previdência, responsável por 20% do corte de despesas, se implementada de maneira integral - o que deixou de ser o caso pelo novo escopo apresentado ontem pelo governo. Aqui uma das conclusões do Bird é inapelável: enquanto os 20% mais ricos recebem 35% dos subsídios públicos usados para cobrir os rombos dos sistemas de aposentadorias e pensões, os 20% mais pobres ficam com 4%. Pode continuar sendo assim?
No topo da cadeia de privilégios que distorcem e desvirtuam os gastos públicos no país estão os benefícios franqueados a servidores públicos. Eles são uma casta até em relação a seus congêneres globais. Num grupo de 53 países, o Brasil é onde o funcionalismo ganha mais (67% mais, para ser exato) em relação aos trabalhadores comuns, consumindo 13% do PIB.
Outro grupo de privilegiados bem servidos pelo Estado brasileiro é o das empresas. Desonerações e subsídios levam embora 4,5% do PIB nacional, sem que ninguém saiba ao certo o que deixam em troca - já que a escalada desses benefícios ao longo dos governos petistas coincide com a recessão e o aumento do desemprego.
Indicação inquestionável de que mais gasto público não produz justiça social nem desenvolvimento econômico vem da constatação de que o período em que a dívida pública brasileira explodiu, com alta de mais de 20 pontos do PIB nos últimos quatro anos, é o mesmo em que a riqueza nacional murchou quase 10% e 14 milhões de brasileiros ficaram sem emprego.
As conclusões do Banco Mundial deixam claro que o Brasil só tem um caminho: reformas profundas contra os privilégios e as injustiças, em benefício da maioria dos brasileiros. É preciso coragem para debater e defender essas mudanças, que têm como objetivo o interesse coletivo, e enfrentar aqueles que querem que tudo continue como está para que nada mude.
A estrutura de despesas dos governos brasileiros foi se tornando cada vez mais perversa, em benefício dos mais ricos e em clamoroso prejuízo dos mais pobres. Ou o país encara com seriedade e maturidade este ajuste ou ele acabará sendo feito na marra, com mais inflação, mais impostos e um risco não desprezível de o Brasil simplesmente quebrar.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

ITV - Instituto Teotônio Vilela - SGAS 607 Edificio Metropolis Sala 30 - CEP: 70200-670 - Brasília-DF
Fone: 61 3424-0597 - Fax: 61 3424-0515 - itv@itv.org.br

A Agenda do País é Reformista

Há motivos de sobra para reformar imediatamente a Previdência brasileira. Só não os acatam quem não quer acabar com o sistema recheado de privilégios que o país mantém
A reforma da Previdência coloca duas alternativas possíveis a nossos deputados e senadores: aprová-la e dar início a uma profunda reformulação na desequilibrada estrutura de gastos públicos do país ou negar-se a votá-la já e, dessa maneira, colaborar para que um sistema injusto, iníquo, perverso continue existindo numa nação pobre como o Brasil. Não há meio-termo possível.
Com a crise política da qual o país foi vítima, e que nos consumiu longos cinco meses, a reforma desejável deixou de ser possível, pelo menos neste momento. Agora, o governo Michel Temer trabalha para viabilizar uma proposta menos audaciosa, embora o sistema brasileiro necessite de alterações profundas, que caberão a um próximo presidente da República realizar.
A reforma deve limitar-se agora a apenas três itens: imposição de idade mínima para aposentadoria, adoção de regras de transição e equiparação entre os regimes próprio (para o funcionalismo público) e geral de previdência (INSS), de acordo com relato do Valor Econômico feito a partir de conversa com Temer.
Segundo os demais jornais, entrariam também tempo mínimo de contribuição de 15 anos, teto de dois salários mínimos para acúmulo de aposentadorias e pensões e exigência de 40 anos de contribuição para obtenção de benefício integral.
Em ambos os casos, a economia prevista com a reforma será bem menor do que o inicialmente previsto - de acordo com o Valor, serão R$ 300 bilhões a menos em dez anos. O resultado apenas reforça a premência de o assunto constar da agenda de debates do país também em 2018 com vistas ao que obrigatoriamente precisará fazer o próximo governo.
Há motivos de sobra para reformar a Previdência brasileira. Só não os acatam quem não quer acabar com o sistema recheado de privilégios que o país mantém. Senão, vejamos.
Ao longo dos últimos 15 anos, o governo federal gastou R$ 1,325 trilhão apenas para cobrir o rombo do sistema de previdência dos funcionários públicos - que atende menos de 1 milhão de aposentados e pensionistas, de acordo com estudo feito por José Márcio Camargo e publicado ontem por O Globo. O que isso significa?
O valor equivale à seguinte soma: todo o déficit acumulado no mesmo período pelo regime geral de aposentadorias e pensões (o INSS), que beneficia 29 milhões de brasileiros, mais todo o montante investido pelo Bolsa Família mais todos os gastos com o Benefício de Prestação Continuada ? em todos os casos, desde 2001. E ainda sobra troco.
Se isso não é um privilégio inaceitável, o que mais pode ser?
Com estes privilegiados, ainda de acordo com o estudo de Camargo, o governo torrou R$ 500 bilhões a mais do que gastou em saúde desde o início deste século e mais de 50% do que aplicou em educação.
Como se não bastasse, ontem o Banco Mundial divulgou extenso relatório (a ser comentado na edição de amanhã)em que desnuda as distorções dos gastos públicos no Brasil e revela, entre outros, que as despesas previdenciárias beneficiam, sobretudo, os mais ricos, ou seja, os servidores públicos, que, por sua vez, recebem vencimentos quase 70% maiores que um trabalhador comum.
Se isso não é uma distorção incompatível com um país tão carente quanto o Brasil, o que mais pode ser?
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

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terça-feira, 21 de novembro de 2017

Trabalho em Pauta



É desejável que o Congresso regulamente com celeridade e equilíbrio pontos obscuros da reforma trabalhista e sane brechas que as votações originais porventura deixaram
As novas regras trabalhistas estão de novo em pauta. Termina hoje o prazo para apresentação de emendas à medida provisória que regulamenta aspectos das mudanças aprovadas pelo Congresso em julho. Alguns oportunistas querem aproveitar a situação, em meio a uma onda de desinformação, para tentar desfigurar a reforma.
A nova legislação entrou em vigor no último dia 11 e era para o país estar discutindo agora quais efeitos trará sobre o ambiente laboral. Mas um misto de pragmatismo e alguma barbeiragem ressuscitou discussões e celeumas, lançando uma nuvem de dúvidas, bem resumidas por O Globo, sobre a reforma.
Para acelerar a aprovação no meio do ano, o Senado deixou de mexer em pontos da proposta que estavam vagos, com compromisso de serem regulamentados logo em seguida pelo Executivo por meio de nova medida provisória. O governo demorou um bocado para realizar os ajustes e, quando o fez, acabou por permitir que se criasse um clima que recolocou, de forma extemporânea, toda a reforma em debate.
Do lado do Legislativo, a oposição pretende apresentar emendas que revogam quase a reforma inteira. É a resistência de quem não quer que nada mude. Manter a legislação laboral intocada é olhar para uma parcela ínfima dos brasileiros aptos a trabalhar - aqueles que têm o privilégio de uma carteira assinada - ante o exército de pessoas que se equilibra como pode para ganhar algum trocado nalguma ocupação possível.
Do lado do Judiciário há a resistência de juízes do trabalho, que prometem não aplicar a nova lei, simplesmente porque discordam do seu teor. Já os sindicatos resistem por uma razão óbvia: perderam a fonte que lhes garantia um dia anual de trabalho de cada trabalhador brasileiro registrado. Sem o maná, não demorou muito para até a CUT lançar seu plano de demissão incentivada, sob ameaça de greve de seus funcionários...
A dubiedade de interpretações sobre as novas normas - em especial, sobre a nova modalidade de trabalho intermitente - amedronta patrões, assusta empregados e trava novas contratações. É desejável, portanto, que o Congresso regulamente com celeridade e equilíbrio os pontos obscuros e sane brechas que as votações originais porventura deixaram.
A reforma tende a transformar-se numa alavanca - ainda que não onipotente - para ajudar a derrubar o desemprego no país. Nesta seara, felizmente, as boas-novas se acumulam, como as quase 77 mil vagas de trabalho abertas em outubro, conforme divulgado ontem pelo Ministério do Trabalho, e a redução da taxa de desocupação no terceiro trimestre, anunciada pelo IBGE na sexta-feira.
É imperativo que o novo arcabouço nascido para suplantar uma legislação septuagenária, caquética e inadequada para os tempos atuais não deixe margem a dúvidas e não sirva para alimentar indesejável insegurança jurídica. Deve ficar claro que a reforma trabalhista veio para favorecer o emprego no país e não sabotá-lo, como muita gente mal informada, mal intencionada e de má-fé tem dito por aí.
Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Brasil adota compromisso por biocombustíveis

Na Conferência do Clima, Brasil e outros 19 países lançam declaração conjunta para promover a bioeconomia a nível global.

O Brasil e outros 19 países selaram compromisso para desenvolver a bioenergia na Conferência do Clima, a COP 23, que ocorre em Bonn, na Alemanha. As 20 nações lançaram declaração conjunta para a promoção da bioeconomia em evento oficial do Brasil na programação da Conferência. O objetivo é reduzir emissões no setor de transportes e, assim, contribuir para conter o aumento da temperatura global e os prejuízos associados.

A declaração reúne o esforço coletivo dos 20 países integrantes da Plataforma para o Biofuturo, lançada há exatamente um ano na COP 22, em Marrakech, no Marrocos. No documento, o grupo declara seu compromisso com o desenvolvimento dos biocombustíveis e da bioeconomia. É a primeira vez em que governos e investidores concordam formalmente em estabelecer metas para o setor e construir um plano de ação para alcançá-las.
O grupo representa metade da população mundial e 37% da economia global. Juntos, assinam a declaração Argentina, Brasil Canadá, Dinamarca, Egito, Finlândia, França, Índia, Indonésia, Itália, Marrocos, Moçambique, Holanda, Paraguai, Filipinas, Suécia, Reino Unido e Uruguai. Reunidos na COP 23, todos eles fizeram uma avaliação do primeiro ano da Plataforma para o Biofuturo, um instrumento para atrair investidores e formuladores de políticas públicas.
PRIORIDADE
Segundo maior produtor de biocombustíveis do mundo, o Brasil apresentou medidas que o colocam em posição de destaque na agenda. O secretário de Mudança do Clima e Florestas do MMA, Everton Lucero, destacou que o setor é prioridade para o governo brasileiro. “Nosso foco é no setor de transportes e indústrias e na urgente necessidade de estimular a economia de baixo carbono não somente no Brasil, mas no mundo”, afirmou.
A proposta para criação da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio) também foi apresentada no evento. O projeto de lei para instituição da medida foi apresentado na última terça-feira (14/11) à Câmara dos Deputados. Construída em articulação com o setor privado e a sociedade civil, a RenovaBio prevê a expansão sustentável da produção e participação do setor e é uma iniciativa alinhada às metas assumidas pelo Brasil no contexto do Acordo de Paris sobre mudança do clima.

Vamos escrever um pouco.....









Querendo escrever e sem inspiração, assim, vou colocar quatro pensamentos de grandes homens da humanidade e você pode escrever um texto sobre um deles e mandar para jornaldaruamaracanau@hotmail.com e te-lo publicado.

"Nada é absoluto, tudo é relativo. Por isso, devemos julgar de acordo com as circunstâncias."
Dalai Lama, monge budista tibetano.


"Quando não se pode fazer o que se deve, deve-se fazer o que não se pode"
Leonardo da Vinci, inventor italiano


"Se você pudesse vender a sua experiência pelo preço que ela lhe custou, ficaria rico"
J.P. Morgan,banqueiro norte-americano


"O primeiro método para estimar a inteligência de um governante é olhar para os homens que tem à sua Volta."
Nicolau Maquiavel, filósofo, escritor e político.