sábado, 16 de setembro de 2017

Magali e Monica ensinam hábitos saudáveis na alimentação

     Uma grande iniciativa desenvolvida pelo Instituto do Coração (Incor) e o Instituto da Criança para combater a obesidade infantil é a Cartilha lançada com os personagens do cartunista Mauricio de Sousa.
     O programa "Meu Pratinho Saudável" utiliza a Monica e a Magali para divulgar a boa alimentação  e trabalhar a mudança de hábitos alimentares para as crianças.
     A parceria começou em 2015, quando a empresa comemorou os 50 nos da Magali. Personagem conhecida pelo apetite insaciável, a personagem se transformou em embaixadora dos hábitos saudáveis para a criançada.

Balanço da Reforma Política


         
       Ontem foi o prazo limite para a votação da reforma politica alterando a constituição – PEC 77/2003 – conhecida como “distritão”. Mesmo que parte dos deputados tenham articulado manobras como fatiar a matéria em vez de votar o mérito, aprovar o distritão para 2018 e o distrital misto para 2020 o prosseguimento da Proposta foi inviabilizado.
       Para haver a aprovação seria necessário votar em dois turnos nos plenários da Câmara e do Senado. Caso não tivesse alteração fazendo com que a matéria retornasse à Câmara, até o início outubro deste ano para que pudesse valer para as eleições do próximo ano.
        Já PEC 282/2016 que trata do fim das coligações para eleições proporcionais e cria cláusula de barreira que muda o acesso ao fundo partidário e o tempo de propaganda em rádio e TV, tem chances de votação em segundo turno. A aprovação em Plenário na Câmara no primeiro turno ocorreu terça-feira passada. Caso aprovada, segue para votação em dois turnos no Senado, passando a valer gradativamente a partir das eleições em 2018 e funcionando plenamente em 2030. Entre os parlamentares esta proposta é menos polêmica do que o distritão.
       O último ponto importante da reforma política é a PEC do fundo eleitoral, que prevê a criação no valor de 0,5 da receita corrente líquida da União equivalente a R$ 3,5 bilhões de reais. A matéria enfrenta resistência na Câmara, inclusive da Bancada Verde. Um dos principais argumentos é a crise economia que assola o Brasil. A votação da PEC foi adiada ontem na Câmara e, possivelmente, os parlamentares tentarão votá-la na semana que vem. Mas, assim como o distritão, o projeto que cria o fundo eleitoral teria que ser votada em dois turnos nas duas casas até o início de outubro para que pudesse entrar em vigor nas próximas eleições.
      Todos esses entraves acabaram tornando a aprovação da reforma política muito difícil. Já prevendo isso, deputados iniciaram ontem mesmo a tramitação de um projeto de lei na Comissão Especial da Reforma Política que prevê mudanças na legislação eleitoral regulamentando pontos específicos como: criação do fundo partidário, cota para participação feminina, substituição dos diretórios provisórios por definitivos dos partidos, financiamento coletivo via internet e limitação dos gastos para campanha presidencial.

Quem cuida da sua vida!!!!

          Quando chegamos em casa, no fim do dia, nunca paramos para pensar quantas pessoas cuidam da nossa vida durante as 24 horas passadas.
           Quem dirige o barco ou quem dobra o nosso paraquedas para o salto no espaço. Muitos não sabemos nem o nome ou temos alguma intimidade.
            O motorista que dirige o coletivo, o cozinheiro que faz o cafe, a empresa que instalou o elevador do prédio, o. motorista ao seu lado que tenta a ultrapassagem com pressa, o guarda que porta uma arma no cintura, todos podem mudar a historia da sua vida
             Como os tratamos muitas vezes deve da vontade de cortarem um corda do nosso paraquedas para ver a queda.
             Não vamos deixar que as ondas violentas da vida, que as ressacas de humor nos leve a tratar os outros com indiferença ou sem afeto. 
            Todos precisamos da harmonia do universo e entre os homens. Esse é o segredo.


sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Recuperação à vista da economia brasileira.


A economia brasileira voltou a crescer em julho, segundo o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, que registrou uma alta de 0,41% para o mês. Em junho, o IBC-Br havia apontado crescimento do PIB de 0,55% — dado já revisado.
No acumulado de 2017, o índice acumula alta de 0,14% em relação ao mesmo período do ano passado. Se comparado ao mesmo mês do ano passado, o IBC-Br subiu 1,41%, na série sem ajustes sazonais.
A recuperação do consumo das famílias diante da inflação e dos juros em queda no país ajudou o Brasil a crescer mais do que o esperado no segundo trimestre, a uma taxa de 0,2 por cento em relação aos três meses anteriores, segundo dados do IBGE.

Palocci admite ter entregue dinheiro vivo a Lula


         Na proposta de delação que negocia com os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato, o ex-ministro Antonio Palocci revela em detalhes como se dava a entrega de propina em dinheiro vivo ao ex-presidente Lula. Os detalhes estão na edição da revista VEJA desta sexta-feira.
           Segundo o ex-ministro, ele próprio era encarregado de fazer pequenas entregas de propina pessoalmente a Lula. O ex-presidente recebia das mãos de Palocci pacotes de 30.000 reais, 40.000 reais e 50.000 reais. O ex-ministro narra pelo menos cinco episódios em que entregou dinheiro sujo diretamente a Lula.
       

                  Segundo Palocci, os pacotes de propina eram usados por Lula para bancar despesas particulares. Segundo Palocci, quando o pedido de Lula envolvia cifras mais elevadas, o encarregado de fazer o transporte dos recursos era o sociólogo Branislav Kontic. Espécie de “faz-tudo” do ex-ministro, Branislav levava as remessas de dinheiro ao Instituto Lula, em São Paulo.

Educação é Fundamental


 


Ensino brasileiro convive com distorções que reduzem as possibilidades de formação dos jovens, enquanto recursos escassos privilegiam os poucos que chegam às faculdades
Educação é a chave para a prosperidade de qualquer povo ou nação. Os exemplos estão aí para todo mundo ver: do desenvolvimento dos países nórdicos às exitosas e aceleradas experiências recentes na Ásia. Também por isso, essa deve ser a grande causa da recuperação e da transformação do Brasil.
É enorme o desafio a superar, retratado, mais uma vez, em estudo realizado pela OCDE divulgado nesta semana. O Brasil aparece mal no levantamento: o nosso dinheiro é mal investido, os professores são mal pagos e o financiamento público privilegia algumas etapas em detrimento de outras. Em suma, poucos se beneficiam do que falta à maioria. 
Na média, em termos relativos Brasil até gasta com educação pública mais do que os 35 países da OCDE: 5,4% do PIB, ante 4,8%. Em termos absolutos, contudo, os valores investidos no aprendizado de crianças e jovens brasileiros ficam muito aquém do grupo de nações mais desenvolvidas. 
Além de aqui o recurso ser muito mal gasto, a educação brasileira convive com distorções que reduzem as possibilidades de formação dos jovens, ao mesmo tempo em que os governos despejam recursos em benefício da minoria que consegue acesso ao ensino superior público - apenas 15% dos adultos de 25 a 64 anos.
Os problemas começam no ensino fundamental e deságuam no funil do ensino médio. No Brasil, esta etapa da educação básica recebe, em média, menos de um terço dos recursos dirigidos ao ensino superior, conforme o Education at a Glance da OCDE. Enquanto o investimento por estudante do ensino fundamental e do médio é de US$ 3.800 anuais, o gasto com um aluno de universidade chega a US$ 11.700.
Pior que isso, com formação precária os jovens que chegam à etapa final do básico tendem a desistir no meio do caminho. A taxa dos que abandonam as salas de aula de ensino médio sem conseguir se formar atinge alarmantes 41% no Brasil, o dobro da média mundial. 
O país deu passos importantes na inclusão de mais crianças e jovens nas escolas, a partir de estratégia bem sucedida posta em marcha desde o fim do século passado ancorada no Fundef - e posteriormente reforçada por meio do Fundeb. O principal desafio dos educadores tornou-se conciliar quantidade com qualidade. 
A educação disponível no sistema público continua pouco sedutora e cada vez mais distante da realidade dos jovens. A mudança ora em marcha no ensino médio pode ajudar a superar esta barreira. Será, porém, apenas o passo inicial da longa jornada que o Brasil precisa empreender para tornar a educação de fato o vértice da nossa estratégia de desenvolvimento.


Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela
 

ITV - Instituto Teotônio Vilela - SGAS 607 Edificio Metropolis Sala 30 - CEP: 70200-670 - Brasília-DF
Fone: 61 3424-0597 - Fax: 61 3424-0515 - itv@itv.org.br

Impasse permanece e votação da reforma política é adiada de novo

A novela da tentativa de votação de uma proposta de reforma política continua na Câmara. Sem consenso mínimo, o plenário da Casa adiou novamente nesta terça-feira (12) a análise da parte do projeto que muda o sistema eleitoral e cria mais um fundo público para financiar as campanhas.
Haverá nova tentativa de votação nesta quarta (13) ou na próxima semana.
Para valer nas eleições de 2018, eventuais mudanças têm que ser chanceladas pela Câmara e pelo Senado até o início de outubro.
Devido ao impasse, a atual reforma corre o risco de ser engavetada definitivamente nas próximas semanas.
Quatro pontos principais são discutidos: um novo modelo de financiamento das campanhas, o formato de eleição para o Legislativo, o fim das coligações entre partidos e regras para tentar barrar a proliferação das legendas.


Os dois últimos pontos já foram aprovados em primeiro turno pelo plenário e têm mais chance de avançar.
Nos debates internos prevalece, sobretudo, o objetivo de sobrevivência política de congressistas e partidos. Mas o que é vantajoso para determinado grupo acaba sendo prejudicial para outro, o que resulta na atual controvérsia.
A criação de mais um fundo público de campanha e a mudança do modelo de eleição para o Legislativo -do “proporcional” para o “distritão” ou o “semidistritão”- representam os principais nós.
A repercussão negativa da possibilidade de mais gasto público para financiar candidatos dificulta a aprovação desse novo fundo. Por se tratar de emenda à Constituição, é preciso o voto de pelo menos 308 dos 513 deputados para aprovação.
A comissão da Câmara aprovou texto-base da parte da reforma que não precisa de alteração na Constituição. Esses pontos também precisam passar ainda pelo plenário da Câmara e do Senado até o início de outubro.
Fonte: Folha