sábado, 17 de agosto de 2019

O Grande Irmão Acontecendo

Talvez a mais conhecida inteligência artificial para reconhecimento facial à venda no mercado, o sistema Rekognition, da Amazon, pode identificar medo na expressão a partir de sua nova versão. É a oitava — já conseguia afirmar que uma pessoa estava feliz, triste, com raiva, surpresa, enojada, calma ou confusa. O sistema também é capaz de avaliar a idade de um indivíduo. A ACLU, organização americana dedicada às liberdades civis, combate o uso deste tipo de software pelas polícias. Considera que, usadas de forma ampla, podem levar a um Estado policial.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Noticias do Cotidiano Digital


Discretamente, antes de ser flagrada como o foram Apple, Google e Facebook, a Microsoft liberou uma nova política de privacidade na qual admite que pessoas ouvem algumas das traduções automáticas feitas pelo Skype, assim como o reconhecimento de voz da assistente Cortana. Como no caso das outras empresas, este processo faz parte do ensino às inteligências artificiais da compreensão da fala humana.
E por falar... Alerta para usuários de Windows 10: façam imediatamente a atualização de segurança liberada em agosto. Há quatro vulnerabilidades graves que expõem o computador a hackers e que foram corrigidas. Veja os pacotes de atualização disponíveis.

Talvez a mais conhecida
 inteligência artificial para reconhecimento facial à venda no mercado, o sistema Rekognition, da Amazon, pode identificar medo na expressão a partir de sua nova versão. É a oitava — já conseguia afirmar que uma pessoa estava feliz, triste, com raiva, surpresa, enojada, calma ou confusa. O sistema também é capaz de avaliar a idade de um indivíduo. A ACLU, organização americana dedicada às liberdades civis, combate o uso deste tipo de software pelas polícias. Considera que, usadas de forma ampla, podem levar a um Estado policial.

O Facebook oferecia três níveis de privacidade para grupos. Aberto, fechado e secreto. O fechado — no qual só membros podem comentar, mas cujo conteúdo pode ser encontrado pelo público geral — confundia. Pois mudou. Há, agora, apenas dois. Aberto ou secreto.

Em Porto Alegre, o engenheiro Orkut Büyükköken — criador do Orkut — viu-se obrigado a ir ontem ao Twitter pedir ajuda. Vários brasileiros denunciaram sua conta no Tinder, afirmando que era um usuário falso. Está impossibilitado, o verdadeiro Orkut, de conversar com rapazes gaúchos
.

Será uma crise geral?


O índice Dow Jones caiu mais de 800 pontos, ontem, o S&P 500 perdeu 85 e, a Nadaq, 240. Foi o pior dia no mercado de capitais nova-iorquino em 2019. Foi uma resposta a números divulgados nesta quarta. Em julho, os indicadores de crescimento da indústria chinesa demonstraram retração, assim como houve queda no consumo interno no país. Enquanto isso, o PIB alemão contraiu 0,1% no segundo trimestre do ano. A economia está reagindo a dois pontos de preocupação. O primeiro é a crescente guerra comercial entre EUA e China. O segundo, a iminência do Brexit, que se ocorrer fará com que o Reino Unido deixe o mercado comum europeu. O receio generalizado é de que uma recessão esteja por vir. (Tech Crunch)

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

Câmara aprova lei para desburocratizar mercado


Foi aprovada ontem com mudanças a medida provisória da Liberdade Econômica, que faz novas modificações nas regras trabalhistas. Por 345 votos a 76, o texto-base altera o Código Civil e a CLT, reduzindo a burocracia. 
Com a nova lei nasce o conceito do ‘abuso regulatório’ — ele se dá quando o poder público impõe reservas de mercado que beneficiem um grupo econômico, cria normas para impedir entrada de novos competidores nacionais ou estrangeiros, exige especificação técnica desnecessária para uma atividade econômica ou cria demandas desnecessárias, incluindo papelada de cartório. 
A nova lei também torna legal trabalho aos domingos, mas um dia semanal de descanso segue obrigatório. 
O registro de ponto passa a ser obrigatório apenas para empresas com mais de 20 funcionários. Alvarás foram dispensados em atividades que sejam de baixo risco. 
Os deputados analisarão hoje destaques que podem modificar o projeto e falta aprovação do Senado.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

CCXP19 entra no calendário oficial dos 80 anos do Batman

Lá se vão 80 anos desde que Bruce Wayne apareceu pela primeira vez em “Detective Comics #27”, como símbolo de bravura, determinação e justiça. Para celebrar o marco, a DC Comics preparou um ano inteiro de comemorações ao redor do mundo, com direito a hashtags especiais (#Batman80 e #LongLiveTheBat), parcerias com grandes marcas para venda de produtos licenciados, participações em eventos e maratonas em canais de TV. E quem acaba de entrar para esse calendário oficial é a CCXP19, que acontece entre 5 e 8 de dezembro, no São Paulo Expo. O anúncio do Batman como tema das credencias, realizadas em parceria com o Telecine, patrocinador do evento, é a primeira ação comemorativa anunciada pelo festival.
 Ao longo dos últimos 80 anos, os traços do personagem mudaram e seu uniforme ganhou novos contornos. Por isso, cada um dos sete tipos de credencial irá homenagear uma fase diferente do Batman.
 As reinterpretações das artes clássicas do Homem-Morcego são assinadas por Rodrigo Bastos Didier, ilustrador convidado exclusivamente para elaborar as credenciais. No site da CCXP, os fãs terão uma área exclusiva com a história de cada uma das ilustrações, além de todos os detalhes que forem divulgados sobre a programação da comemoração do aniversário do Batman. Basta acessar www.ccxp.com.br/batman80anos. 

EPIC EXPERIENCE – 1939/40, Clássico: Batman surge em 1939 inspirado nas séries pulp e no sucesso estrondoso do Superman. A criação de Bob Kane e Bill Finger ganhou um companheiro de aventuras no ano seguinte, quando Robin foi apresentado em Detective Comics #38. A imagem retrata o personagem em uma de suas primeiras jornadas no combate ao crime, em histórias detetivescas e sombrias como a personalidade do Homem-Morcego daquela época.

 FULL EXPERIENCE – 1966 (TV) Adam West: A chamada “Era de Ouro” dos quadrinhos nos EUA terminou com uma verdadeira caça às bruxas: o livro a “A Sedução do Inocente”, do psiquiatra alemão Fredric Wertham, publicado em 1954, acusava as HQs de levar à delinquência juvenil e mesmo a Dupla Dinâmica foi alvo de acusações. O resultado foi uma grande mudança no mundo dos quadrinhos e um retorno às histórias mais leves, marca da Era de Prata das HQs. Foi nesse contexto que a série do Batman ganhou as TVs do mundo todo com muitas cores,onomatopeias e humor camp, dando início à primeira onda da Batmania. É uma das versões do personagem mais lembradas pelo público até hoje.
 4 DIAS – 1970, Neal Adams: No início da década de 1970, Neal Adams e o roteirista Dennis O'Neil, sob o comando do editor Julius Schwartz, assumiram a revista do Batman, que voltou a ter histórias mais urbanas, dramáticas e realistas, ganhando inclusive novos personagens, como Ra's Al Ghul. Era o retorno do Batman detetive, que no desenho de Adams ficou mais atlético e dinâmico, servindo de referência visual para o personagem ao longo de muitas décadas.
 QUINTA – 1986, Frank Miller: O Cavaleiro das Trevas é um marco da cultura pop. Lançado nos EUA em 1986, conseguiu ao mesmo tempo renovar o Homem-Morcego, então um personagem com quase 50 anos de existência, atrair um novo público leitor para os quadrinhos e contribuir para que as HQs fossem vistas como leitura também para adultos e como forma de arte. A obra máxima de Frank Miller é até hoje uma das maiores influências dentro e fora dos quadrinhos.
SEXTA – 1992 (TV), Série Animada: Na estreia do enorme sucesso do filme de 1989, que deu novo fôlego à Batmania no mundo, “Batman: A Série Animada” chegou às TVs em 1992 e rapidamente se tornou uma das mais fiéis representações do personagem fora das HQs. Produzida por Bruce Timm, Alan Burnett e Eric Radomski, com roteiros de Paul Dini, a animação estabelece o Batman em uma Gotham City art déco, com histórias complexas e visual sofisticado, que influenciou boa parte das animações que vieram nos anos seguintes. Foi nessa série de TV que surgiu uma das personagens favoritas dos fãs, a Arlequina.
 SÁBADO – 2008 (Cinema), O Cavaleiro das Trevas: Why so serious? O segundo capítulo da trilogia de Christopher Nolan é constantemente citado nas listas dos melhores filmes americanos de todos os tempos. O filme também ficou marcado pela magistral interpretação de Heath Ledger no papel do Coringa, trabalho premiado com um Oscar póstumo de Ator Coadjuvante.
DOMINGO – 2000 (Atualidade), Jim Lee: Desde a saga de quadrinhos “Silêncio”, de 2002, o desenho de Jim Lee para o Homem-Morcego representa a interpretação moderna do personagem, encontrada tanto nos quadrinhos quanto em uma infinidade de produtos.

Juiz de Fora inova na participação popular





Olá! Tudo bem?

Ontem acordei com esta capa do Tribuna de Minas, jornal de Juiz de Fora (MG), sobre o processo participativo que acontecerá na cidade utilizando o aplicativo Colab.
Serão dezenas de projetos que os cidadãos poderão escolher para onde parte dos recursos da prefeitura deverão ir.

Mas o importante sobre esta notícia não está exatamente aí... está em como a prefeitura vem criando uma cultura de participação com seus cidadãos nos últimos anos. E este é um tema que tratamos com bastante atenção quando estamos falando em Gestão Pública Colaborativa e como essa é uma metodologia que facilita a inovação nos governos.


Buscar a participação do cidadão para as tomadas de decisão do governo é algo contemplado na nossa Constituição Federal, e, além disso, é um mecanismo de fortalecimento da democracia. Porém, o que poucas vezes pensamos é o quanto o engajamento do cidadão e seus inputs fazem com que o governo acerte muito mais em suas decisões. Ninguém aqui está pensando em uma ditadura da maioria, mas em uma maior acertividade por parte do governo na formulação e implantação de políticas públicas.

No caso de Juiz de Fora, a prefeitura já utiliza o Colab para questões de (1) gestão, chamando o cidadão para participação de fiscalização da cidade e de serviços, sempre fazendo uso de dados e estrutura de governança bem definida para acompanhamento; (2) participação em decisões simples, como por exemplo em quais bairros existirão mutirões de serviços urbanos, na avaliação de políticas públicas e; (3) no estímulo ao engajamento cidadão para questões relacionadas à cidadania.

Olhando para o Triângulo da Gestão Pública Colaborativa, o fato é que não se consegue chegar a uma decisão bem tomada de orçamento se o cidadão não vai se acostumando que é possível participar de decisões mais simples. A Constituição Federal estimula bastante processos complexos, como Revisão de Plano Diretor, LDO, Plano Plurianual e o próprio Orçamento Participativo, mas é importante pensarmos em como trabalhar colaborativamente com o cidadão em decisões mais simples podem melhorar nossa sociedade.

Aqui no Colab já ajudamos governos a trabalhar dessa forma em várias situações, como:

. Qual a banda que vc quer que toque na festa da cidade (havia uma lista com 5 possíveis)?;
. Qual o tipo de modelo do quiosque que você quer na praia?
. Vamos mudar o trânsito da avenida x e temos duas opções técnicas possíveis, qual você prefere?
. Estamos reformando um grande parque da cidade, quais equipamentos você gostaria que tivesse no local?

Há a possibilidade de se trabalhar para uma variedade enorme de temas, mas para que haja uma cultura de participação do cidadão é necessário que reflita-se e crie-se uma cultura no governo para se abrir de forma estruturada para que o cidadão o apoie.


Lembre-se, não adianta perguntar ao cidadão "o que você quer?". É responsabilidade dos gestores públicos buscar as opções técnicas e financeiras viáveis e aí sim abrir para que os cidadãos auxiliem nas tomadas de decisão. Capiche?

E você? Concorda? Conhece casos dessa natureza onde você trabalha?

Um abraço
Gustavo Maia

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Sobre Marketing na Politica






Em 2020 teremos eleições municipais e a corrida para os cargos de Vereador e de Prefeito já começaram nas cidades do Brasil.
Junto aparecem os marqueteiros, outrora santificados e hoje crucificados como responsáveis por tudo de errado nas campanhas eleitorais.
Hoje já se chamam de consultores eleitorais, gestores de campanhas eleitorais e gestores de Mídias Sociais para as eleições, enfim, ninguém é mais marqueteiro.
Título outrora cobiçado e admirado pela classe política.
Outro tema atual é a ética no processo do marketing eleitoral. Entretanto para formular as estratégias do Marketing Politico é preciso conhecer as bases teóricas para garantir desde o planejamento até a execução de cada ação.o fabom esz um 
Não é ter disputado algumas eleições e gostar de palpitar muito em todas as reuniões que o faz um bom estrategista de marketing, como também carregar a bolsa ou o telefone do  politico  o faz entender do tema, não existe osmose nesse processo.
Já recusei trabalhos que gerariam boas recompensas financeiras em virtude de o candidato no jantar para fechar o contrato passar o tempo ensinando como vencer a eleição. Ele não precisa dos meus trabalhos, uma pena que foi derrotado.
Outro, para decidir se fechava ou não o contrato. foi ouvir a mãe, o porteiro e o motorista, ou seja , adorava palpite. Também recusei.
Você é o especialista, o tecnico, é a derrota irá para o seu currículo e não para o do palpiteiro, Se imponha e não aceite interferência no planejamento e so discuta os planos com o candidato e os apoiadores principais e que vão gastar recursos.
O cara que leu Maquiavel e a Arte da Guerra é apenas um leitor e não um especialista em marketing.
Com a experiência de eleições desde 1982, vamos lançar um projeto para as eleições de 2020 que irá atender os candidatos que querem realmente vencer as eleições.
está no forno e sairá no início de setembro. Você vai decidir se quer ser um vencedor.